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2 Cotas - 2003/12/15

Já tou pior que o Manel, assim que há uma reclamaçãozita saímos logo disparados de mãos na cabeça na a gritar “ái jesus!”.
Eu cá é mais por inexperiência, ele não sei bem por que é…

Bem, mas foi assim:
No sábado, tavam as “marias” a bulir e os homens de papo pró ar alembro-me eu: Tenho que ir fazer a manutenção á “há horas felizes”. Pego no telefone e ligo pró Tobê, “pá queres ir?”, “Não posso, tenho que ir trabalhar!”. Rásparta a manela. (opsss!!!!!!!!! A outra, que a dele tb é Manuela e ainda me suicida).
Não quero saber, descobri um sitio á maneira, parei o carro ao solinho e fiquei a pensar. Solinho de inverno de tarde pela frente! Fartei-me de pensar… Já não me lembro o que tinha sido o almoço, mas pelo menos foi da mesma ordem de grandeza do cozido do outro dia. Mas não me importa, soube-me bem na mesma, a vida não é só tristezas.
No entanto o mal já tava feito, por isso o jantar foi levezinho, massada de peixe e a seguir castanhas assadas. Áh…como aquilo demora a fazer fomos tomando umas caipirinhas para empatar. Moral da História, a manutenção da cache ficou para a parte da tarde de domingo. Percebem agora porque é que as caches de manhã são indigestas?

Saímos perto do meio dia e Magoito com eles. Cafézinhos para cá e para lá e fomos descendo. Cafézinhos da manhã, lá por ser já de tarde temos que manter a ordem na coisa. Confesso que me soube especialmente bem o passeio. Até acho que vou fazer um “Found it” á minha própria cache. Assim como assim até nem é inédito…

Quando lá chegamos, ficamos todos a olhar a ver se víamos o taparuere. Claro que ninguém viu. Até me fez lembrar o “Not Found” do Pulo do Lobo. Mais perto é melhor. Foi preciso ir lá ao pé e esgatanhar. A certa altura, pergunta o engraçadinho: “êhpá, tens a certeza que não é no outro?”. Eu é que estava empoleirado, senão ele tinha levado com uma laranja nas ventas. Lá desencantou aquilo.
Depois de aberto foi feito mais um loguesito, tava tudo em condições, nem pinga de agua, nem silvas, nem caracóis, nem prendas de jeito, nem nenhum cachorro abandonado. Impék. Tudo lá para dentro, sacos fechados, taparueres herméticos, mais sacos e tudo para dentro do tal envelope marado. Depois de reposto, ficamos a pensar: “é melhor por mais uns pontinhos na dificuldade e no terreno, nem mesmo depois de lhe porem a mão em cima vão dar com ele…”
Voltamos para casa, que a digestão das castanhas tinha deixado o pessoal um pouco a precisar de repor a energias…

Daqui para a frente, só mesmo partir da tricentésima octogésima sétima reclamação é que me digno pensar em tal. Pensar… Tenho dito.

PS: O almoço foi peixinho assado e eram sete e meia.

2 responses so far ↓

  • 1 Rechena // Dec 15, 2003 at 14:04

    pelos vistos levas sempre um engraçadinho contigo hehe, tadinha da laranja, ainda bem que nao a mandaste… 😛

  • 2 DSAzevedo // Dec 15, 2003 at 14:07

    Se fosse só um…

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