… mania….

2 Cotas - 2003/12/15

Então não é que houve um sujeito que foi por defeitos numa cache minha? “Não sei quê para lá”, “não sei quê para cá”, “afinal blabla”, “GPS no meio da estrada”…
Não há pachorra! Obrigou-me a ir de propósito lá para onde o Diabo perdeu as calças só para verificar tudo outra vez. Raio de mau feitio. Se queria criticar, sempre podia criticar uma mais perto.

Mas também só verifiquei aquilo mesmo no finalzinho, ao fim do dia. Toma que é para aprenderes. E agora sempre quero ver se voltas a dizer o mesmo.

Tá aqui a foto com as coordenadas. Ponto final, não há mais reclamações. Ia eu a dizer que, só mesmo na volta.

Aproveitei para, antes, ir verificar as caches mais distantes. Assim tipo visita de inspecção. Passaram com distinção. Fora aquela da N.S. da Peneda. Duas horas e meia a subir! 3 horas de caminho até lá chegar e duas horas e meia a subir!
No inverno, levantar depois do nevoeiro, que só se levanta já tarde, estrada que nunca mais acaba, é já ali, “tajaver”, e duas horas e meia a amarinhar por uma parede acima. Duas horas e meia. Haja Deus! Bem… adiante. Lá ficou. Se lá estava lá ficou, se não estava, olha… foi melhor assim.

Claro que fica-mos cá com uma raivinha que nem vos digo nada. Quem pagou foi o jantar, cataplana com vinho verde. Invejosos? É muita bem feita. É para saberem que não vale a pena andar a por defeitos nas minhas caches.

No outro dia, vamos lá a ver o que vamos fazer, qual é a desgraçada cache que paga as favas. Depois de muita discussão, algumas agressões, nem sempre verbais, fomos comprar bastões novos. No calor da decisão houve algum extravasar de sentimentos.
Apontamos as baterias a uma mais acessível. Pensávamos nós. A malta lá de cima classifica as caches pelas horas de subida. O outro diz que é terreno 4; mais de duas horas para chegar a meio da subida. Este, diz que é 1,5. Tufas! Hora e meia a amarinhar pela serra acima. Bem, ao menos já sabemos com o que contar.

Paramos o carro num sitio jeitoso e toca apegar na tralha. Chove não chove, é melhor levar os chapéus. Levamos. Choveu! E foi cá uma molha. O taparuere tava mesmo á mão de semear. Ali mesmo a rir-se para nós. Porque se não estivesse, o dono bem podia emigrar. Abifalharam o que lá havia de jeito e repuseram o nível com porta-chaves. Não nível das prendas, mas o nível da cache. Ficou benzinha. E com isto adivinhem lá que horas eram…
Horas de almoço, adivinharam bem!

É melhor ficar por aqui, se eu vos contar as peripécias do almoço, vão de certeza duvidar da minha sanidade mental.
Até mais!

1 response so far ↓

  • 1 MAntunes // Dec 18, 2003 at 11:23

    Deve ser! Eu não estive a 1001m de altura… ainda passei por uma pista de aeronaves para levantar vôo mas a época dos fogos já tinha passado. Azares…

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