A cache "marada"

2 Cotas - 2004/07/01

A minha primeira descachação oficial.
Sim, porque é preciso encontrar uma palavra para descrever a acção de “matar” uma cache. Arquiva-la é ir ao site e manda-la prázurtigas. Agora ir ao local e “tirar” a cache? Levantar a cache? Surripiar a cache? Abarbatar a cache? Fo’er a cache? Ná…
Fica melhor “descachar”!

Por isso a descachação foi executada hoje ás 9 e 30 da manhã em cerimónia oficial que contou com as representação do “dono”, (eu), e das testemunhas da praxe, neste caso a “maria”. Já não há mais cache marada, nem tapruere, nem nada no local onde antes havia.

Por falar em local… arre que é preciso ter paciência! Se as coordenadas de Portugal continental são W009, que raio é que vocês precisavam mais para perceber que JKK era o resultado de ir acrescentando um digito conforme a posição ia subindo? Razão teve o outro quando mandou a boca de que o método devia ficar na introdução de qualquer manual de encriptação. Teve quem fosse a Rio Maior, santo Deus! E pessoal a olhar com ar desconfiado das praias da linha? Ainda o Erik, o tipo que a aprovou, me dizia: “êhpá não era preciso pores isso tão longe…”!! Queria ver quem era o responsável pela barraca transoceânica se a coisa ficasse mais perto!

Não é que não me apetecesse andar mais uns tempos a medir o tamanho da cabeça do pessoal, mas é que vou mudar de casa, alias já mudei, oficialmente desde hoje, (já perceberam a ligação?), pelo que já era! A cachinha, alias a caixinha, porque era uma caixa plástica pequena transparente, estava escondida no canteiro frontal á minha ex-casa. Que era pequeno, dois palmos de comprido por 1 de largura! Escondida atras de uma pequena laje de xisto, que tinha escrito á vista e em letras garrafais, (acaindofe), a referencia. Não percebi a dificuldade, houve um que passou lá uma tarde inteira… Num local onde os spots viáveis não eram mais de 3! Houve até quem reclamasse que a cache estava perdida, porque estava pendurado numa arvore um pedaço de cordel! Em abono da boa verdade as coordenadas estavam um bocadito desfasadas, assim uns 2 a 3 metros, mas num raio de 300 metros não havia mais raio de sitio nenhum! Arre. Outros que registaram que foram lá 3 vezes. Pelo menos…

E isto só para falar nos que foram. Pelos exemplos que eu soube a coisa chegou ás raias do inconcebível. Chegaram a desmanchar telemóveis, a telefonar para TMN, a ir á Biblioteca Nacional, a fazer upgrades de CPU’s, tentasse as reuniões de condomínio e fosse admoestado pelo patrão por causa dos índices de produtividade anormal e subitamente baixos. E vergonha das vergonhas: perguntasse ás mulheres! Imaginem se fosse difícil…

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