A prenda que se transformou em cache

MAntunes - 2003/05/03

Ontem tive "ponte" (não estou sob a alçada od "Cherne" 😉 ) e, como
a minha mulher estava no trabalho e o meu filho na escola…
Perfeito! Vou à caça!

Resolvi então ir resolver um questão antiga com a "Cold Spring" e,
desta vez, com mais tempo e claridade, consegui encontrá-la! Mas,
com algumas particularidades;

– Primeiro, tinha levado uma micro-cache, pronta a usar, para lá
deixar na cache do Paulo mas… não coube (Pedi autorização a ele
para revelar isto). Trouxe a micro-cache comigo e, como não tinha
mais nada deixei um cartão pessoal.

– Depois, ao fazer o "trash out" da regra, encontrei uma cobra
enrolada, penso que estava a dormir coitada, debaixo de um saco de
plástico. Era uma foto óptima mas ela não me deu tempo de sacar a
máquina…

– Depois ao regressar ao carro… outra cobra!? Desta vez, já me
tinha livrado do lixo e estava com a maquina na mão, tirei
umas fotos ao mesmo tempo que, com o pé, a convencia a posar para a
fotografia – a bicha chegou a levantar-se em posição de ataque e a
assobiar mesmo! Não a magoei apenas evitava que ela fugisse para a
relva. Depois das fotos deixei-a ir embora contar a história do
encontro com um Geocacher, à família dela 🙂

– Mais tarde, quando regressava a Tomar pela estrada N1088 e após
ter passado por Carregueiros, para ir almoçar e regressar a Lisboa,
vi, de repente, a silhueta de um aqueduto ao longe! Parei logo,
regressei atrás uns kms – tinha visto, uns kms atrás, uma placa a
indicar um monumento – e, daquela povoação segui para o Aqueduto de
Pegões. Quando cheguei lá, fiquei imressionado pela extensão, bom
estado de conservação e beleza do mesmo! Prontos! Decidi deixar lá a
micro-cache que era para ser uma prenda. Percorri o Aqueduto de uma
extremidade à outra, tirei várias fotos e gostei muito. Não
aconselho pessoas com vertigens a ir lá nem a crianças. Mas adultos
nas suas normais condições físicas podem lá ir à vontade. O espaço
por onde caminhei, tem a largura de cerca de um metro e uma pessoa
pode amparar-se, se precisar, ao muro do canal por onde circulava a
água. Preparei duas abordagens diferentes para cada um escolher a
que mais lhe agrade. Em cada lado do Aqueduto existe uma casa com
portões de ferro, não têm fechadura, apenas estão fechados, deixem-
nos fechados.

– Em Tomar, quando andava à procura de informação sobre o Aqueduto –
fui à posto de turismo e deram-me um livrinho "Tomar, mini-guia
2003" e tambem à procura de algo para a minha mãe (Dia da Mãe),
decidi ir ao Convento de Cristo e fazer lá uma cache virtual.
Conheço bem o convento e, pareceu-me que merece uma cachezita.

E foi assim. Entretanto, tinha telefonado ao João Rechena para
combinar a hora das imperiais mas ele não podia, fica para outra
altura.

À noite, ao submeter a cache do Aqueduto dos Pegões, lembrei-me que
quem a visitar pode registar duas caches encontradas: Esta e a
LC "Ancient Aeuducts"!

E foi assim, ia só para encontrar uma cache e, ao fim do dia, beber
umas imperiais com um amigo Geocacher e venho com mais duas caches
criadas. Sem o ter planeado!

Parece-me que já começo a tropeçar nelas; nas cobras e nas caches 😉

A ideia de deixar uma micro-cache dentro de outra – para incentivar o pessoal a colocar caches – não é minha mas sim do Pedro Regalla. Vi essa ideia na "Aventura na Lagoa II".

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