GPS Gate

MAntunes - 2007/08/21

Venho aqui falar-vos do GPSGate, um software que começou por ser um divisor de sinal GPS (recebe o sinal do receptor e disponibiliza-o para várias aplicações ao mesmo tempo).  Comecei por usá-lo no meu PDA para ter o sinal de GPS no Ozi e no BeeLine ao mesmo tempo. Mas também existem versões para PC e para  Telemóveis/dispositivos Symbian.

Com a versão 2.5, surgida hà meses, nasceu a possibilidade de, adicionalmente e para quem tem acesso à net fora de casa, usar a função Buddy Tracker.para enviar informação para um servidor que assinala a localização do utilizador no Google Maps. O envio da informação através da internet, seja GPRs, WiFi, ActiveSync, LAN, BlueTooth, 3G, finais de fumo ( J ) é feito para um site criado para o efeito, o www.gpsgate.com. O envio pode ser de x em x tempo ou, para poupar dinheiro, de x em x metros.
Este site, no qual se cria uma conta, recebe o sinal e permite a outros, os observadores, visualizarem a posição do utilizador no GoogleMaps mas também pode partilhar o sinal com outro utilizador de GPSGate que esteja, por exemplo, no outro lado de uma montanha. Esta actualização da localização no GMaps funciona ao mesmo tempo que se está a usar o sinal GPS para aplicações locais no PC/PDA/telemóvel com SO Symbian.

Detalhes da instalação e configuração: procedimento / screenshot


Para usar esta função, tenho o GSPGate comprado e instalado correctamente, cria-se um conta como utilizador da solução e, opcionalmente, uma outra conta para partilhar publicamente e que permite visualizar a  localização/progressão da primeira no GMaps – obviamente só funcionará se e quando o utilizador que está no terreno tiver o equipamento ligado e a enviar sinal para o site.

Esta solução dá resposta à necessidade de se dar a conhecer a familiares/amigos por onde se anda ou andou (mesmo que o equipamento já esteja desligado, fica sempre registada a última coordenada enviada, data e hora do envio, assim como direcção e velocidade no momento).
 Recentemente o GPSGate teve duas melhorias interessantes;

  1. Actualização online automática. Já não é necessário o observador forçar a actualização do mapa. O GPSGate actualiza a posição automáticamente, sempre que processa uma actualização recebida do sistema do utilizador em movimento. 
  2. Salvaguarda automática das tracks percorridas para análise posterior. Ou seja, o utilizador que andou com o equipamento na rua pode, também, ver à posteriori no Google Maps por onde andou.

 Recentemente, com a ida ao 2º Acampamento de Geocachers@PT, usei-o de forma mais intensa até porque levava comigo o meu filho, Filipe e o meu sobrinho, João e sabia que as Mães deles iriam estar preocupadas por saberem onde andávamos.  Antes de sair dei uma pequena sessão de formação às duas, acompanhadas do perfil e password do ‘observador’  para saberem como nos seguirem. Mantive o GPSGate a actualizar a minha posição durante toda a viagem de Lisboa ao Gerês e depois no regresso também. Nos percursos pelo Gerês, sempre que estacionava o carro ligava o sistema para actualizar a nossa localização. Foi um sucesso. As Mães ficaram encantadas com a possibilidade de nos ‘verem’ e até abusaram :-). Várias vezes recebi SMS e chamadas duma e de outra a comentarem os locais onde estávamos.  Aqui ficam algumas imagens de ilustração:


 

 

 
 

 

 

 

 

 

 

É certo que esta aplicação não será de utilidade geral – é necessário equipamento específico, acesso à net fora de casa e disponibilidade para suportar despesas de comunicação que, sendo cada vez mais baratas, existem. Mas como me foi sugerido colocar este artigo, aqui fica ele tal como fica a minha disponibilidade para especificar melhor algum ponto ou acrescentar detalhes.

 

 

7 responses so far ↓

  • 1 MAntunes // Aug 21, 2007 at 22:41

    Falharam as imagens. Assim que apanhar um Admin a jeito já o melgo. 🙂

  • 2 vsergio // Aug 22, 2007 at 11:00

    Atrevam-se de comentar este assunto com a minha Maria.
    Não pretendo ver desmascarada a minha actividade virtual de Geocaching enquanto estou no Elefante Branco.

  • 3 alieri // Aug 22, 2007 at 14:26

    vsergio, que tal plantares lá uma cache? ou no passerelle, champagne, and so on…:)

  • 4 alieri // Aug 22, 2007 at 14:27

    Parabéns ao autor pelo artigo. Parece um software muito interessante. Sobretudo para quem como eu cache sozinho no meio do campo. O problema será se não houver cobertura, certo?

  • 5 MAntunes // Aug 22, 2007 at 15:22

    Sim, nas serranias mais afastadas das estradas poderá não haver cobertura e, por isso, eu actualizo a informação (se por acaso tinha o programa desligado) quando estaciono. Mas ultimamente a falta de cobetura GPRs já é menos frequente – uma vez recebei uma chamada quando estava ‘dentro’ do calhau da Fenda da Calcedónia a subi-la de noite. Era ver a minha atrapalhação para não deixar cair o telelé nem a mim por aquelas frinchas escuras abaixo quando atendia a simpática chamada do pmateus21 a saber se estávamos bem. 🙂

  • 6 yupinho // Aug 22, 2007 at 23:50

    Está-se a virar o GPSr contra o Geocacher!!!
    Não concordo nada com este tipo de coisas… 8)

  • 7 alieri // Aug 24, 2007 at 17:25

    quem é o “Manuel track”?’ que raio de nome 😀

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