Entries from June 2005

há coisas do diabo…

AnonimoDaSilva - 2005/06/29

A estória que vos vou contar de seguida é das coisas mais bizarras (senão mesmo a mais bizarra de todas) que alguma vez me aconteceu ao caçar (tentar?) uma cache. Vou fazê-lo a coberto do anonimato por motivos que facilmente perceberão (para além de evitar que seja alvo de gozo por uns tempos).

A Maria entendeu que a partir de hoje as caches eram para ser feitas a dois. Desde esse triste dia que as caçadas estão um bocado limitadas pelo facto de a moçoila ter a vida um bocado mais ocupada que a minha. E já levei na cabeça uma ou duas vezes por fazer “de surra” alguma cache que se me atravesse à frente.

Hoje tinha que ser. Tinha uma janela temporal de 2 horas e uma cache fresquinha pertinho de mim. Sem dizer nada a ninguém, saí de mansinho do emprego, já eram umas 8 e picos da noite (vergonha, vergonha) e fiz-me à estrada. GPS enfiado no veículo, a aquecer os satélites, alguns quilómetros para fazer, a descrição das caches impressas há pouco na mochila, eis-me a caminho. E aqui começa uma série de acontecimentos invulgares, uma sequência de azares (caloirices?) nunca vistas.

Comecei por me perder e sair na saída errada da auto-estrada. 20 Km depois, cálculos mal feitos, a memória das estradas um bocado nublada, anda para cá, anda para lá. Parei. Saquei do portátil, liguei ao GPS e entrei em modo navegação. “Olha que bem, estradinha até à cache”. BipBipBipBipBip… Kaput. GPS sem baterias. “O dia está a correr bem, tenho aqui um par de extras”. Ou não. BipBipBipBipBip . Igualmente gastas. Desmonta-se a lanterna, voilá. Já temos pilhas. Quando voltei a ligar tudo, olhei para o lado. Estava estacionado ao lado de uma placa com o nome da cache. Podia ter dado por isso uns 20 minutos antes. A caminho, que se faz tarde. Estradas com mais de 20 anos que não apareciam no GPS, caminhos de terra batida marcados no GPS, eu já estava todo trocado. Foi um alívio quando cheguei ao sítio e estacionei o carro.

Saco todo lampeiro das prendas para trocar e já estava a magicar assinar o log no logbook com este nickname. Se a Maria sugerisse lá ir de futuro, não tinha que levar com o comentário “Já cá tinhas estado?” ao ler o logbook todo, como de costume. A condizer com isto, tive que improvisar uma prenda que não me denunciasse, caso ainda lá estivesse, se voltasse “Olha lá, não és tu que compraste 35 destas e deixas uma em cada cache?”. Afinal havia qualquer coisa. So far, so good. Armei-me em profissional e saí de lá só com o GPS e a prenda na mão. Telemóvel, dicas e caixa de ferramentas no carro, em caso de emergência.

Entra em cena um cachorro que entendeu que aquela criatura ao fim do dia só poderia estar a fim de alguma coisa bera. Ameaçou-me provar o sabor da ganga das calças e tive que o aliciar com uma barra energética. Ganhei um amigo. Por esta altura, andava um bocado às aranhas com a EPE e para achar a cache. Quando a achei, começava a escurecer e eu aos pulinhos de contente. Estava despachado, ainda tinha tempo para ir tirar umas fotografias às vistas e coiso e tal. Choque número 1. Quando desembrulhei o saco, percebi porque é que a cache era uma cache mistério. Não vou explicar qual é o desafio, mas é do tipo de coisa que após ser feito, demora exactamente (ou mais) tempo a fazer de novo caso seja preciso. Imaginem um castelo de cartas que quando feito nos dá a coordenada final da cache. Uma coisa assim parecida. É claro que como tava em dia de sorte, demorei praticamente o máximo de tempo possível para achar o resultado.

58 metros. Tá a 58 metros. Nada mal. Guardo o waypoint no GPS (que se estava a queixar de bateria fraca de novo) e volto a esconder a cache no sítio. Para tornar mais interessante a procura das próximas vítimas, decidi camuflar ainda melhor a área à volta e a cache. Dei um daqueles nós górdios à volta do saco e tudo. Estava a anoitecer e eu pensava que se fosse tão fácil como esta, estava com o dia resolvido.

Estava redondamente enganado. Demorou a achar o caminho certo para o sítio. Senti os efeitos da gravidade e da falta de atrito dos sapatos no solo. Várias vezes. Quando cheguei lá, já estava um bocado de escuro a mais. EPE de meter nojo. É para ali? Para aqui? Anda para cá, anda para lá. Parei. BipBipBipBipBip… Kaput. GPS sem baterias parte 3. E agora? Tá escuro, vai buscar a lanterna. Vai buscar pilhas.

Por esta altura já tinha percebido que em vez de andar aos SSS no meio do mato a testar o fundo das calças já podia ter utilizado o caminho que havia por ali ao lado e que ia dar direitinho onde tinha o carro estacionado.

Anda para cima. Anda para baixo. Hmm. Há qualquer coisa que não bate bem aqui. Não há pilhas para tudo. Ok, Pilhas no GPS até chegar ao ponto zero. Depois na lanterna, espremidinhas. Até achar. Para cúmulo, o GPS é daqueles que quando foi abaixo, perdeu os últimos waypoints memorizados, especialmente o da cache final. ESPECIALMENTE ESSE. Era mais ou menos aqui. Era, não era? Qual era a dica? Ahm, ficou no carro. Anda para cima, anda para baixo. Que é do travel bug que eu trazia? Aaaaah, ficou em cima da pedra lá em cima. Busca, piloto. A lanterna dava alegremente as últimas, três deslocações até ao carro. A dica era daquelas fáceis de entender. Pedra grande? Árvore grande? Que barulho foi aquele? Ai a porraaa. Não vejo puto! Fica para a próxima.

Fui de castigo até à primeira cache à procura das coordenadas da segunda cache. Desenterrei-a, desatei o nó górdio e fartei-me de dizer nomes e profanidades enquanto fazia de novo o “castelo de cartas” (quando lá forem percebem o que é). São 23! Contei-as todas! 2 vezes! Desta vez, deixei as coordenadas no telemóvel. Não fosse o diabo tecê-las (vistas bem as coisas, podia ser assaltado e levarem-me o raio do tijolo). Voltei a esconder tudo, não fui de certeza tão perfeccionista como da primeira vez, paciência. Provei do meu próprio veneno, quem me manda querer ser mauzinho?

As pernas tremiam-me quando regressei ao carro. Não me lembro de ter feito o caminho para casa. Tinha (tenho) os braços todos arranhados e não sabia como havia de explicar à rapariga quando ela chegasse ao pé de mim à noite. Tinha o cabelo cheio de merdinhas e só me faltou saltarem os óculos enquanto as sacudia da cabeça ao longo da auto-estrada. Tinha essencialmente o orgulho ferido e a sensação de ter desejado fazer mal e de levar com a raiva dos deuses em cima.

Peguei no telefone e mandei uma SMS ao maluco que plantou aquilo: “Bolas!”. Que quando ler isto e perceber tudo, vai-se estar a rir a bandeiras despregadas.

Fica a promessa de lá voltar, para tirar fotografias, muitas. Com muita luz. E baterias carregadas e um conjunto extra, just in case. E um amuleto no bolso.


My Return

PedroOCoyote - 2005/06/28

Olá a todos os Geocachers,

Este foi o meu regresso à actividade, graças também ao convite do Bargão_Henriques para a descoberta de 2 caches na zona do guincho.
Entretanto de à 1 ano e meio para cá, reparei que há muita coisa nova, 1 delas o aparecimento das geocoins, que como tal começo por perguntar ao grupo como é o funcionamento destas geocoins, são identicas aos TB´s
ou têm alguma expecificação diferente?
Outra questão que queria perguntar é se alguem me consegue facultar o MapSend Europe para poder carregar no meu novo GPS Magellan Meridien Gold, isto porque tive um problema no meu computador e perdi tudo o que tinha, isto para que possa regressar à actividade em força.
No entanto já tenho 1 cache que tinha interronpido já quase a terminar para a poder colocar no terreno e já tenho outra em progresso, uma ideia que já tinha a algum tempo, e entretanto para poder reactivar as outras duas caches minhas já existentes que eram bastante interessantes conforme alguns log´s que tinha recebido até então que são "The Eye of T. Rex" e "The Rally of Ruins".

Um grande abraço a todos os meus partners Geocacher´s.

PedroOCoyote

P.S.- E já ouvi dizer que anda um Bip-Bip à solta…


Egnos em Tavira vs TB -Tino

portelada - 2005/06/26

Boas ….

È só para informar que hoje consegui captar o EGNOS em Tavira, o meu etrex legend ficou com os "D" no menu dos satélites e com um erro de 2 metros !!!! Que luxo !!!
Foi a primeira vez que vi isto em Portugal , suponho que sejam testes, o que indica que poderá estar para breve o sinal constante !!!
Infelizmente a partir de Evora perdi o EGNOS, o satélite deve estar por cima de Àfrica !!!

Já agora … o TravelBug Tino-O mestre CAlceteiro já está á espera de boleia no "Hotel" de Faro !!!  Começou a mais louca corrida do mundo dos TB !!!

PS – Se algum Tuga lá for, não mexa nele. ok ok ok … se não largo os cães ….. bobii …. tareco … busca busca …..


Estou chateado…

- 2005/06/26

Estou cateado…

Pois estou.
Não é que me fanaram uma cache…
Tiramos o dia de hoje para passarmos pelas nossas cache para umas visitas de manutenção, exeptuando a do Forte de Alqueidão que ainda ontem teve uma visita, e os piores pensamentos que me assaltavam o espirito a caminho do Forte de Ribas, depois de um Not Found na ultima visita que temos registo, infelizmente eram mais do que reais.
De facto quando quegamos ao local a cache tinha desaparecido.
Enfim, uma facada no coração…Porra, estou mesmo chateado.
Como não ia-mos preparados para uma reposição, não nos foi possível deixar uma cache nova no local, mas brevemente iremos repor a cache, tanto mais que faz parte das Linhas de Torres, e as Linhas não podem ser quebradas, há que defende-las a todo o custo.
Estou mesmo chateado…(isto é tal e qual um risco no carro, só custa o primeiro, mas desculpem lá o meu desabafo…).
Felizmente a do Forte da Aguieira está de boa saúde (só foi preciso substituir o saco de plástico), apesar de haver algumas modificações no terreno por parte de pessoal das bikes, que fizeram por alí à volta um circuito para dar uns saltitos e outras manobras radicais, mas não comprometem o local da cache.

Agora só para finalizar este meu desabafo, perdoem-me, por favor, mas vou ter de dadr um grito…

PORRA DERAM-ME CABO DE UMA CACHE!!!

Ufa… estou melhor…


Gugas strikes again

btrodrigues - 2005/06/22

Não sei em que planeta tem vivido, mas se nunca repararam no Google Maps e se babaram e choraram por não cobrir Portugal, voltem para o buraco de onde saíram.

O Google Maps (http://maps.google.com) cobre finalmente parte do território nacional (ainda não percebi bem qual)

As consequências disto para o geocaching são óbvias. Temos um interface rápido, dinâmico e martelável e não tarda nada estamos a gerar imagens enormes com placeholders para as nossas caches.

Eis alguns exemplos: Aqui está o sítio onde me infernizam o juízo todo o dia…
http://maps.google.com/maps?q=lisbon+portugal&ll=38.766149,-9.097441&spn=0.004517,0.006748&t=k&hl=en

E eis onde descansa o guerreiro (quando calha): http://maps.google.com/maps?q=lisbon+portugal&ll=38.817294,-9.160892&spn=0.005150,0.008100&t=k&hl=en


24 BTT em Proença à Nova, e não só…

olharapo - 2005/06/20

Este post pretende retractar o fim de semana em Proença-à-Nova, onde decorreram as 24 horas em BTT e onde o Geocaching@PT esteve representado.
Para aproveitar a deslocação à Beira Baixa e de modo a que a Far away, so close fosse a nossa 100ª cache, saímos de casa na 6ª feira pela manhã e fomos avançando em ziguezague em busca de umas locationless.
O calor foi uma constante de todo o fim de semana e logo depois de sair de casa começou a apertar.
À chegada a Proença contactámos com o fireblade do forumBTT, com quem a nossa equipa partilhava o espaço de acampamento e montámos o estaminé. Fomos conhecendo o pessoal que já tinha chegado e os que foram chegando. Já tinha caído a noite quando a equipa se reuniu. Já conhecia o Lobo e o MCA do 4º encontro, e fiquei a conhecer o Rechena com quem apenas tinha estado no msn.
Na primeira noite, de 6ª para sábado, com o calor e algum barulho nocturno ninguém da equipa olharapo (eu, a olharapa e o olharapo junior) dormiu em condições, mas lá se passou.
Na manhã seguinte começava o dia há muito esperado. Ao meio dia ia começar a prova. Combinadas as estratégias começou o Rechena. As horas foram passando e um a um, toda a equipa pedalou pelos empoeirados caminhos à volta de Proença. O circuito tinha 13 Km e o desnível acumulado era de 360 met (enganaram-se com as medidas… deviam ser bem mais…). Com duas passagens sob o IC8 subia-se até aos 600 met a um monte (mais de 1000 met, digo eu) daqueles com antenas e geodésicos. A descida até Proença era bastante inclinada e falou-se no acampamento que houve quem a tentasse descer de maneiras bem originais…  Regressava-se a Proença por umas escadas que fizeram as delícias dos muitos mirones e causaram arrepios a muitos participantes (a um pelo menos…).
A prova era de resistência e o segredo de quem quer brilhar é ter sempre um elemento a rodar pela noite fora e até às 12h do Domingo. Da nossa parte, que pretendíamos apenas participar, acabamos por fazer 16 esforçadas voltas.
A experiência foi excelente. Para o ano há mais e já se fazem planos.
Aos três elementos da minha equipa, quero agradecer por poder ter participado com eles nesta prova e espero não ter desiludido.
Já depois da prova ter terminado fizemo-nos à estrada. Direcção Far away so close.
Tínhamos chegado a Proença com pouco gasóleo e com tanta coisa a ocupar os pensamentos arrancamos e já rolávamos na A23 quando reparamos que o nível continuava baixo (estranho…). Nem tivemos tempo para ficar preocupados porque o motor parou logo… shit
Lembrei-me que o MCA ainda não tinha arrancado de Proença e liguei-lhe a relatar o sucedido. Ele estava a chegar a auto-estrada e apareceu logo.
Para reanimar o meu motor tive de fazer respiração de boca-a-boca com o depósito de combustível do Defender… é sempre uma experiência para lembrar durante umas horas (é cá um bafo…)
Operação de trasfega terminada e ‘só’ faltava desferrar a bomba do gasóleo.
Começamos pela página 75 do livro de instruções (escrito em espanhol…). A informação não foi suficiente e só com a ajuda o ppinheiro pelo telemóvel conseguimos reanimar o motor .
Estávamos para arrancar quando chegou a Brigada. Aperto de mão da prache e boa viagem…
Finalmente chegamos à estação de serviço e lá se reabasteceram os carros.
Despedimo-nos do MCA e do Honda e quando regressamos a auto estrada abriu-se o mapa e … espera lá, para a cache devíamos ter ido para norte logo quando apanhamos a A23…
Na saída seguinte voltamos para trás e finalmente começamo-nos a aproximar de Vila Velha de Ródão.
Passamos o cruzamento que estava fechado na <a href="http://www.geocaching.com/seek/log.aspx?LUID=e1b6e479-f1a4-4c52-b148-eb99725340c9">tentativa anterior</a> e menos de um quilometro depois: ´Têm de voltar para trás, a estrada só reabre dentro de duas horas. Está a haver aqui um incêndio´ disse-nos um GNR… (onde é que eu já ouvi esta conversa?… parece o mesmo gajo e tudo… muggle…) .
Como tínhamos ainda a segunda feira disponível resolvemos regressar no <a href="http://www.geocaching.com/seek/log.aspx?LUID=3a4eac34-edec-44e8-901c-4e94464c1163">dia seguinte…</a>…


Aldeias Históricas – Parte II

Walrus - 2005/06/20

Ah poizé… Agora é mesmo moda fazer publicidade a caches novas 🙂

Na sequência de um artigo do DanielOliveira (http://geocaching-pt.net/300) que expôs uma ideia do MAntunes, e depois de uma série de trocas de mails para "assentar" ideias com o MAntunes, PauloJFMartins e Amoreira, "plantei" as duas primeiras caches subordinadas ao tema "Aldeias Históricas de Portugal", mais precisamente em Linhares e Castelo Mendo. Bem, não são propriamente as primeiras, são a terceira e a quarta, uma vez que já existiam as de Castelo Novo e Piódão 🙂

Como prenda para os primeiros visitantes, deixei um TB em cada uma delas, sendo que na cache de Linhares é o TB com que participo na corrida 🙂 Vá, vão até lá e levem o meu "Dark Side" a percorrer o mundo 🙂

Boas caçadas!


GRÁTIS!!!

Ricardorsilva - 2005/06/20

Já alguma vez visitaram um vulcão a sério? Já pisaram magma solidificado? O vosso filho já esteve no topo de uma chaminé vulcânica?

Se respondeu não a alguma destas perguntas, visite a cache do "Penedo do Lexim", em www.geocaching.com

(Promoção limitada ao stock existente)


Mais um…

jcpp - 2005/06/19

Sou de Oeiras e ´aprendiz de feiticeiro´ nestas andanças, cheio de vontade de aprender com os ´pros´, que segundo me apercebi estão sempre prontos a dar umas dicas.

Saudações

JP


Novas caches das Linhas de Torres

- 2005/06/17

Meus amigos, como parece ter pegado a moda de fazer alguma publicidade às caches novas, aqui vai alguma informação sobre as duas minhas novas caches.

Estas caches, há muito prometidas, inserem-se na mega-sequência de 10 caches decadas às Linhas de Torres.

Para quem não sabe, a ideia de um projecto destes nasceu há cerca de 2 anos, simultaneamente na mente do David Felix e do GreenShades. Quando se soube do facto, como o David estava já com o projecto em andamento, a equipa GreenShades abandonou a ideia.
Uns bons meses depois fui eu a ter a ideia. Escolhi e reconheci os locais e preparei a página de uma das caches e comecei a preparar outras duas quando, muito satisfeito com o texto que tinha composto, o mostrei ao MAntunes. Este deu-me a fatídica notícia de que o projecto já estava em andamento…
Frustrado, contactei o David para saber em que ponto estava. Disse-me que já não tinha a disponibilidade necessária e que tinha passado o projecto ao seu amigo ClaudioCortez. Contactei-o e, juntos, decidimos convidar a equipa GreenShades a retomar connosco a ideia, dividindo as caches. Pelo meio ainda se juntou a nós o PGameiro, mas acabou por desistir.
Passaram-se meses e sucederam-se reuniões, mas não surgiu nenhuma cache, até que, surpresa, os Lamas, colocaram 3, desconhecendo a nossa ideia.
Convidámo-los a integrarem o projecto, com as caches já colocadas, e assim foi…
Assim, chegámos ao estado actual, em que estão colocadas 3 caches dos Lamas, duas minhas, e esperam-se ainda uma nova dos Lamas, duas do Cláudio e ainda duas dos GreenShades, bem distribuidas pelas duas principais linhas.

As minhas caches teriam de ser colocadas algures no troço Ocidental da 2ª Linha, a zona que me coube explorar, por ser a zona de origem da minha família.
Imediatamente decidi colocar uma no Forte do Zambujal, a

<a href="http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid=8d9e40c9-6bbb-4f1a-bff3-695bfa830fde"><img border=1 src="http://img.groundspeak.com/cache/2a3bb373-81b9-4591-a520-1bd2e02b3aaa.jpg"></a&gt;

Este é um forte de retaguarda da 2ª Linha, destinado a dificultar o proceguimento das tropas francesas rumo a Lisboa. Está situado num local elevado sobre o belíssimo vale do Rio Lizandro, com uma vista soberba.

Na outra cache queria fazer alguma coisa diferente das outras e que desse um pouco de informação sobre a Geologia, grande aliada dos Portugueses e Ingleses, e sobre a forma como condicionou a localização dos fortes.
Assim, surgiu a ideia de uma cache na zona de Ribamar, no topo de uma das escarpas outrora fortificadas.

<a href="http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid=5119532f-ea9a-4f1f-9866-4f44272b3ee2"><img border=1 src="http://img.groundspeak.com/cache/e934b427-8265-4e87-a996-5aff87c8f886.jpg"></a&gt;

A escolha do local para colocar a cache revelou-se uma tarefa muito "espinhosa"… Os melhores locais encontram-se repretos de abundante vegetação, impeditiva da sua colocação, ou são propriedades de acesso vedado.
Finalmente, no passado sábado, consegui encontrar um local apropriado. Também este local tinha uma vegetação bastante densa mas, devido ao facto de lá terem andado recentemente a cortar eucaliptos, o acesso ficou relativamente desempedido pela passagem das máquinas. Assim, até voltar a crescer, é possível subir o caminho florestar até à base de uns grandes rochedos escarpados, barreira instransponível para os exércitos de Napoleão. Este local talvez não seja a morada definitiva desta cache, mas isso dependerá da apreciação que os primeiros visitantes fizerem.

As caches estão à espera das vossas visitas e dos vossos comentários.



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