Evolução do Geocaching

pcardoso - 2011/07/04

Durante a colocação da Tou às aranhas (2005)“Penso que em Abril de 2002 vejo uma reportagem na televisão em que um pequeno grupo de geocachers (Seria o zoom bee?) vai em busca da “The Bear Treasure” (GC4B0D). Como na altura estava a trabalhar no Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, não muito longe, porque não ir em busca da minha primeira cache? 1 de Maio de 2002, três pessoas a caminho pelo meio do pinhal a seguir a seta. Mas, grande azelhice, não a encontrámos.”

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Aranhas em Portugal

pcardoso - 2011/06/03

NKC 9537nx EresusÉ fácil encontrar novas espécies não só para o país como para a ciência, espécies que nunca ninguém viu ou, pelo menos, descreveu e deu um nome. E qualquer pessoa o pode fazer. Possivelmente há muitas caches que, em baixo ou numa ranhura do tupperware, têm neste momento espécies nunca descritas.

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Windmill route e mais além…

pcardoso - 2004/03/16

Pois é, eu, João (LuckyRed) e mais dois "cachadores" acompanhantes – Clara e Bruno, resolvemos fazer um descansado passeio de bicicleta em busca de duas caches recentemente colocadas. A "Windmill Route" em Azeitão/Palmela e a "Entre as Ruínas e o Mar" em Tróia. Que estafa, 54 km de pedalada em que uma btt foi perdendo peças pelo caminho e se converteu numa pasteleira…

Eram 8.30 de domingo estávamos todos reunidos em minha casa (Quinta do Conde) preparados para o que viesse. A primeira parte até foi muito bem, pudera, sempre plano até Vendas de Azeitão. Deu para parar na fonte de Cabanas e tudo para refrescar um pouco. Mas isto foram só os primeiros 6Km, a partir daí é que foram elas. Logo o caminho até o marco geodésico no cimo da Serra de S. Francisco foi custoso, a cada subida mais íngreme lá tinham o João e o Bruno de se apear e carregar as btt por ali acima. Mas fez-se bem, o pessoal ainda animadíssimo, encorajado pelas dezenas de bttistas que faziam o percurso em sentido contrário. Uma vez lá em cima, trata de procurar pela caixa. Dois a dois, não houve dificuldade nenhuma. Prenda práqui, prenda práli, a Clara todo divertida com o puzzle que alguém deixou, fecha o taparuére e ala que se faz tarde que agora é a descer. Na descida mais íngreme o primeiro acidente, todos devagar por ali abaixo, só oiço a derrapagem de pneus atrás e catapum (mas que bela onomatopeia), a Clara veio contra mim. Felizmente já tinha largado a bicicleta em antecipação e fugido pró lado 🙂 Segue viagem. Passado pouco tempo uma subida , lá vou armado em campeão a puxar por ali acima e catrapás (outra bela onomatopeia), parto a corrente, entorto um raio e o esticador, aquele braço basculante na roda de trás. Boa. Mas não há problema, da mochila do Sport Billy sai uma corrente suplente e ferramenta própria. Só o know-how é que falta, meia hora para mudar a corrente, a tentar perceber a melhor estratégia ainda tivemos ajuda de um bttista que passava e lá seguimos viagem. Entretanto chega uma mensagem ao telemóvel mas nem ligo. A partir daqui tudo calmo até Palmela, vistas espectaculares quase sempre em plano, um parapente a enrolar térmica na serra, chegamos a Palmela. Lembro-me da mensagem, aposto que é o Manuel Antunes! Ya, acertei, ele pede para nos preocuparmos com os nove espeleólogos em busca da "Six Feet Under" que vão entrar naquele momento. Passado um minuto, outra mensagem, já saíram da gruta. Já? Foi rápido! Ainda passámos pela casa em reconstrução do Bruno, no centro histórico da vila e segue logo até Setúbal, por um estradão sempre a partir. Literalmente, porque na descida fiquei um pouco para trás com a Clara e, catrapim (boa, boa) esticador partido, corrente torta. Ok, desisto das mudanças, esticador suplente não trouxe, abre a corrente, pedaleira do meio e a de trás mais ou menos a meio também, fecha a corrente mesmo assim torta e vamos nessa de pasteleira. Toda esta operação durou uns 15 minutos. Devo dizer que ainda só tinhamos percorrido um terço do caminho. Descemos e lá vêm o João e o Bruno que tinham seguido pra frente a ver onte tinhamos ficado. Descemos todos juntos mas a minha pasteleira começa a dar problemas, a corrente torta não facilita e salta de cremalheira constantemente – trec, trec, trec, trec (a variedade de onomatopeias não acaba). Paramos mais uma vez, que fazer? Esta era a corrente suplente. Mas prái metade não está torta. Metade desta, metade da que se tinha partido ainda na serra e está como nova. Conseguimos montar uma corrente a partir de restos em 5 minutos, acho que vou desistir da biologia e dedicar-me à reparação de bicicletas. Bute prós barcos, já falta pouco. Aproveitámos a pausa no ferry para comer e recuperar e baza prá próxima cache. Nenhum incidente desta vez, mas devo dizer que custa pedalar, pedalar, pedalar e não sair do mesmo sítio quando se está em plano. Alguém me empresta uma terceira? Pedalando furiosamente a 20 Km/h até o local e lá encontramos. Deixámos uma peça da btt na cache em troca de uma borracha 🙂 Viagem de volta descansada. Na volta cruzámo-nos com um ferry em sentido contrário, pelo timing das coisas, aposto que MAntunes, Ricardo e resto do pessoal ia lá… Depois disto só nos resta subir de novo para Palmela e daí seguir directo para casa. A subida custou mas fez-se. A meio, nova mensagem do MAntunes: "Então andas a largar a bicicleta aos bocados?". Obviamente já tinha encontrado a "Entre as Ruínas e o Mar". De palmela para Quinta do Conde, maravilha, sempre plano ou a descer. No fim eram 6 da tarde, 54Kms andados, 4 horas de andamento efectivo, muito cansaço mas o sentimento de dever cumprido.



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