Entries from January 2007

Artigo De Jornal

WonderUrsa - 2007/01/15

Boas,

Hoje de manhã quando cheguei ao escritório tinha em cima da minha mesa um exemplar do jornal 8ª Colina com um Post-it a dizer “vê na página 12”.
Qual não é o meu espanto quando na página 12 vem um artigo sobre o nosso desporto favorito, o Geocaching.
Os protagonistas desta reportagem foram a equipa Santa Malta da margem sul. Descrevem nesta reportagem a excitação da busca, como começaram e levaram a repórter Tania Mendes numa cachada na Mata dos Medos onde encontraram uma cache (quote: embrulhado num saco transparente está o livro de registo e um pequeno lápis. “Uau vista fantástica e um esconderijo muito bem engendrado. Obrigado”)  Esta é a primeira mensagem do livro com o carimbo da equipa Playmobil. Seguiram para o Solar dos Zagallos onde encontraram mais uma cache com carimbos e autocolantes de equipas já encontradas noutras caches: Gang da hora de almoço, Playmobil entre muitos outros.

Meus amigos… temos famosos entre nós já saem em artigos de jornais e tudo da próxima vez vou começar a colcecionar autógrafos dos nossos colegas que são mencionados nestes artigos. Quem sabe se um dia não valerão qualquer coisa

Fiquem bem e continuem a cachar nunca se sabe onde podem encontrar um jornalista.


39° GeoMeetup de Lisboa

- 2007/01/13

I hope you don’t mind writing in English… It is not easy to write in Portuguese for me anymore… and Portugal Portuguese is a lot different of the Brazil Portuguese.
So I continue in English.

We came to the restaurant like doing a Geocache. We had the coordinates but we didn’t knew what we where looking for and what to expect to find.
We were very happy to find MAntunes in the restaurant. So we were right.
We introduced ourselves Golden-Team (= Gaby + Peter + Matthias) and ksbender (Stephan) and started a nice conversation.

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Jipocaches

2 Cotas - 2007/01/11

Vocês não sabem o que são jipocaches?
Não acredito!
Uma definição simples é mais ou menos as que deveriam ser feitas de jipe para não lixarem o carro todo.

Como a coisa implica carro e vontade. Alias duas vontades, a do owner e a do caçador, se não contarmos a da Maria, por aqui se vê que dito assim pode ser muito volátil. Umas vezes por excesso de aquecimento do pobre carrito que não foi feito para aquelas andanças, outras no esquecimento de peças pelo caminho. Tipo, panela de escapa, bocados de pneu, pedaços de tinta, quando não, mesmo o carrito que ficará para lá esquecido enquanto os tipos do ACP não encontram um caminho alternativo para fazerem o rescue.

Bom, não comecem já todos aos pinotes. Isto não tem que ver com atentados ambientais nem com alterações do meio ambiente. Vejam pelo lado mais pratico de não deixar o carrito longe ou desprotegido dos amigos do alheio. Nada do que levar os nossos pertences connosco e manter tudo mais ou menos á vista.

Como tudo tem regras, basta ir espreitar aqui: http://www.dsazevedo.homeip.net/Htm/Hobbies/Geocaching/Jipocaches.htm
(easy on the comments, please…).
Só para terem uma ideia aqui fica a lista das caches de tipo 1.

GCZZ8B Tou Xim
GCZ8AB PROJECTO VG – ALTO DO MATO
GCYX4N Rio Sereno
GCXT7B Fonte Férrea
GCXEAB PROJECTO VG
GCX528 Solid as a Rock
GCWMDG O Cantinho Encantado
GCWDF4 Tal e Qual – A Cache Tradicional
GCW6GP PROJECTO VG – MARIA DIAS
GCW6G9 PROJECTO VG – CORTEGAÇA
GCW2RN Ursa
GCW2D2 Dom Quixote
GCVZ7C GnE II c – De liana em liana
GCV1Y5 GnE I – Talho
GCTG3W Castro de Guifões
GCTF3P (A)MAR
GCRVP0 The House in Ruins
GCRJZR A cache que já esteve num vulcão
GCRJQR Sanatório Albergaria
GCRGDY Les Aventures de Tintin
GCQ0C0 Rocha da Pena
GCPXCQ DP7 – Have you lost all your marbles?
GCPTXZ The Odeceixe Beach
GCPTNN Castro de São Paio
GCNQYN Fonte Benémola
GCN7YB Pego do Altar
GCMN6V Anta de Alter Pedroso
GCMK6W Linhas de Torres – Forte de Alqueidão
GCMK6J Linhas de Torres – Forte de Ribas
GCMA2Z Nascentes do Liz
GCKTM0 Cache Spoter
GCKN4F Fojo!!!
GCKCPB Deep in the Algarve
GCH0Z3 Loca do Gato
GCG4MH Perdido na Mata
GC57A6 Convent of the Storks
GC54DD Last Home of Gertrude

Divirtam-se e tenham cuidado, o alcatrão anda manhoso.


Geocaching na City

SUp3rFM - 2007/01/09

Sempre que agora se escolhe um destino, uma das coisas a ver são as caches no local. Esta ida a Londres foi essencialmente para ver e conhecer a cidade e celebrar o novo ano. Mas, voltando às caches, passámos os olhos pelo Google Earth e fomos esmagado pela quantidade de icons que saltam por toda a cidade. O segundo passo, foi tirar uma pocket query com 10km de raio a partir do nosso hotel. O resultado foi redondo: 300 caches activas e disponíveis. E agora? Como planear isto numa viagem de 6 dias? Que se lixe! Não há plano nenhum. Em cada paragem, em cada monumento, logo se liga o GPS e o PDA e toma-se a decisão de ir atrás delas. Assim foi (pelo menos, quase sempre).

Dado o grau de maturidade do Geocaching em Inglaterra, há alguns factos que nos saltaram à vista, tendo em conta a nossa curta experiência:
– Existem muitas virtuais colocadas em sítios chave da cidade (Algumas delas derivaram do desaparecimento de caches físicas há muitos anos colocadas);
– Uma população acima do que estamos habituados em locais amplos, como parques e jardins;
– Muitas multi-caches tendo por base sítios turísticos da cidade;
– A versatilidade dos containers adequados às localizações (Micros de 35mm, nanos e outros).

Para começar, assim que chegámos a Paddington Station tínhamos uma virtual para fazer, ainda com as malas na mão.
Parecia começar bem e dado que o nosso Hotel era bem perto de Hyde Park, tínhamos uma vista sobre 10 caches à mão de semear!

Ainda nessa noite, depois de um passeio por Oxford Street foi hora de quase tropeçar em mais 2 micro-caches magnéticas, uma webcam cache e outra virtual, que se atravessaram no nosso caminho. Tudo em caminho. Mais uma vez, e tal como nos tinha acontecido noutros locais, as voltas dadas para fazer algumas caches levam-nos a sítios únicos, neste caso, o Soho.

Nos dias seguintes e ao passear pela cidade, quer a pé, quer através dos tours dos autocarros turísticos amealhámos mais umas caches físicas e virtuais que ficavam nas nossas rotas. De destacar, o fantástico Regent Park com algumas caches bem engraçadas, entre as quais, a nossa preferida: Cara´s College Cache:

Bem perto da cache…

O container, com o pormenor de estar rotulado como se fosse um projecto de uma escola.
Será uma alternativa aos "tradicionais" rótulos que deixamos?

A par do TB Hotel, esta cache foi das maiores que encontrámos. Gostámos particularmente da ideia de rotular a cache como se fosse um projecto de estudantes (não é, confirmámos com o owner). Eventualmente, será esse, para além do esconderijo escolhido, um dos truques para a sua longevidade?

É ainda no Regent Park que está o TB Hotel londrino, uma Letterbox Hybrid cache. O nosso espanto não foi em encontrar tal caixote, mas sim em como é que algo daquele tamanho, escondido da forma como encontrámos, permanece no local durante tanto tempo… Ainda bem. 😀

Para além destas duas excepções, quase tudo o que encontrámos está agarrado ao metal (não aos Black Sabbath!), mas de forma magnética. Ficam alguns exemplos:

Nano cache magnética (brilhante!)

Tubo de análises (?)

A tarefa mais difícil não é encontrar o container, mas sim retirar o logbook lá de dentro!

Caixa de pastilhas magnética

Este tipo de container é usado por este owner em algumas caches. Curioso este "desenrascanço", não?

Em relação às virtuais, que abundam um pouco por toda a cidade, tivémos a oportunidade de fazer algumas que nos tinham indicado (obrigado MAntunes!), nomeadamente três caches da série Sherlock Holmes. As da série Jack The Ripper ficarão para uma próxima ida… Ainda em relação a este tipo de caches, existem várias virtuais que são na realidade multi-virtuais, sempre com o objectivo de dar a conhecer Londres e alguns dos seus recantos menos conhecidos.

Mas, nem tudo foi 100% de sucesso. Houve alguns Not Founds, uns naturalmente por azelhi… perdão! Por causa do GPS… E outras porque o container tinha efectivamente desaparecido do local. Os DNF foram logados nesta nossa bookmark list. De qualquer modo, e apesar de termos falhado estas sete caches, a visita aos seus locais foi sempre positiva!

Em suma, foi uma excelente viagem. Gostámos de tudo, geocaching inclusive! Aconselhamos, naturalmente, uma visita à City para a conhecerem e encontrarem mais umas caches!


Apanhem esse fugitivo!

danieloliveira - 2007/01/04

Aqui está uma curta nota que vi na Nat. Geo. que me pareceu interessante dada a nossa actividadede geocaching.
Projecta-se que se o polo norte magnético em 2050 estará na Sibéria e não no Canadá onde está hoje.
Leiam o artigo e vejam a imagem que é bastante elucidativa.

The Vaulting Pole

All compasses point to the north magnetic pole-but it might be time to trade that trusty compass for a handheld GPS. The north magnetic pole, unlike the stable geographic pole around which the planet spins, is hightailing it toward Siberia at a clip of 25 miles a year. Generated by movement of liquid iron coursing through Earth´s outer core, the north magnetic pole has moved some 700 miles since its discovery in 1831. Oregon State University paleomagneticist Joseph Stoner´s analysis of magnetic minerals in Arctic lake beds indicates that, today´s polar speeds are faster than any since thEli15th century. The most notable impact of its wandering is likely to be on the pole´s colorful halo, the aurora borealis, which may soon be more risible in Russia than Alaska. "A hundred years, ago this movement could have been a major /problem for navigation," Stoner says. "Now it´s " a minor inconvenience." -Joel K. Bourne, Jr.

De NATIONAL GEOGRAPHIC, DEC. 2006, pg. 31


Via ferrata

Cachapim - 2007/01/03

Estava eu a falar da nova cache d´Os Cacheiros Viajantes (Pé de Cabril) ao meu compadre Jurassic Walker quando ele reparou na foto das escadas metálicas fixadas na rocha que permitem o acesso ao topo.

"Sabes o que isso é?"
Umas escadas de ferro cravadas na rocha, pensava ingenuamente.
"Não pá, isso é uma via ferrata!"
Sabia lá o que raio era uma viaferrari
Claro que o meu compadre (geólogo, btt-ista, espeleo-ista e outros istas impressionantes) aproveitou a deixa da minha ignorância para me instruir nesse vertiginoso conceito da via ferrata.
"Mas olha que são só três degraus, compadre, não é nada de especial, não é preciso mosquetões, nem baudrier…"
"Não faz mal, não deixa de ser uma primeira experiência! Se calhar até é a primeira cache portuguesa que se alcança através duma via ferrata."
"Uáu! Agora é que fiquei mesmo impressionado, isto se calhar é bom para  convencer alguém a fazer a cache! Mesmo só com três degrauzinhos já vale a pena. E o pico gémeo também tem uns degrauzinhos mas não me perguntem quantos."
"Vocês gostam mesmo de azucrinar as pessoas para as fazer chegar às vossas caches não é? Ele é atravessar minas nazis, enjoar em barcos para chegar a ilhas, massacrar os pés em caminhos de Santiago, bisbilhotar jazigos, escavar na neve da Estrela… só faltava uma via ferrata! E depois ainda se admiram de não terem muitas visitas!"
"Pois é, pois é…"


Vamos ao circo?

danieloliveira - 2007/01/03


Esqueçam-se do circo com os animaizinhos escanzelados e o palhaço que é malabarista, faz de vendedor de pipocas ao intervalo e também faz um número de equilibrismo pelo meio! Este circo aonde esta cache vos pretende levar é muito mais espectacular – trata-se de um circo glaciar! E isto não quer dizer que só participam ursos polares ou pinguins! Aqui há natureza no seu melhor esculpida por línguas de gelo extensas e paisagens espectaculares! Está vendida a ideia? Então vamos a isto.

Este pequeno texto supracitado é o começo da minha última excursão ao mundo do earthcaching!

Agora que fui relegado para fazer um trabalho forçado em trás-os-Montes, fui levado ao encontro de um sítio maravilhoso em todos os sentidos.
– Espaço amplo e aberto
– Paisagens espectaculares
– Geomorfologia de se babar sendo a Geologia e processos de erosão galciares os seus principais protagonistas.

Refiro-me à região de Puebla de Sanabria em Espanha com os seus circos glaciares que fica, nas calmas, a menos de 1 hora de Bragança mesmo com mau tempo.
Acreditem que vale mesmo a pena visitar a região, não só pelas caches que aí constam, mas também pelo Centro de Interpretação do Lago de Sanabria que fica em San Martín de Castañeda.

As caches mais próximas são:
A earthcache a que este artigo se refere: 1- The Big Top (Circo de Sanabria)
2- Lago Solitário que fica um pouco mais a cima no Lago de Pesces. Aqui preparem-se para cerca de 1km a pé e penso que com neve a cache fica impossibilitada de se encontrar.

Se passarem por Bragança ou arredores, há sempre locais muito bonitos para visitar, com caches claro!
1- Coração Brigantino
2- Sabor Romano
3- Chromite – FeOCr2O3
4- All roads lead to Rome
5- Claim 2146
6- Monte da Ciradelha

Com tantas razões para sair de casa. o que estão ainda a fazer a lêr isto?



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