Entries from August 2006

PARABÉNS

- 2006/08/30

Não sei se já repararam, mas a página das Stats já atingiu o bonito numero de 50.000 visitas.

Os nossos parabéns Equipa das Stats.


Adopção de caches

olharapo - 2006/08/28

Como é que se pode colocar uma cache à adopção?
Já uma vez me deram uma explicação mas não retive os detalhes…
Tenho uma fora de serviço há demasiado tempo e como está um pouco fora de mão pensei em entrega-la para a adopção.
Trata-se da ´Pateira de Frementelos´. Naturalmente que se dá preferência a algum geocacher que more próximo dessa zona.
Geocumps


Escalada na Guia…Iniciação de um

- 2006/08/28

Ainda estive para dar um titulo ao artigo, assim tipo, "Iniciação à escalada de Costa dos Lamas", mas acho que o titulo final fica mais adequado.

Arrastado pelo movimento geocacher que se formou durante a tarde no Event Kids,Icecream & Geocaching, que se realizou em Cascais, vejo-me de repente misturado numa fila de carros que se dirigiam a um Copo de Água, buzinando efusivamente rua acima, quase perdendo de vista o resto do pessoal que se dirigia ao local da cache, felizmente tinha comigo um GPS com as coordenadas do local da cache. Isto estava a começar bem…Radical…
Depois desta descarga de pura adrenalina, e de chegarmos ao local onde está esta cache, ainda sob o efeito de duas doses de gelado, dei por mim a saltar um varandim junto a uma falésia e a tentar perceber como é que há tipos que conseguem subir aquilo… têm pelos nas mãos como os insectos nas patas? são extraterrestres disfarçados?, levam uma corda amarrada à cintura para disfarçar?
Definitivamente eu estava ali para descobrir mesmo qual era o segredo…
Bom, enquanto decidiam o método para chegar à cache, (lembro que o desígnio era a escalada) montou-se uma descida em rappel até à cache…
Aquilo não batia certo…estavam a tentar dar-me a volta…
Decidi dar a volta e verificar de outro ângulo…
Desci até ao fundo da parede, (pelas escadas é claro), e já com mais uns geocachers do grupo ficámos a ver o Cláudio em rappel, a passar em velocidade excessiva pelo local da cache e não conseguir deitar-lhe a mão (mais tarde tramou-se que teve de lá ir colocá-la de novo após brilhante manutenção por parte do BrunoNF, owner desta cache que dai a momentos me estaria a iniciar neste hobbie maluco que é trepar pelas paredes, literalmente falando). Mas isso fica para mais tarde. Agora vem a parte da caçada.
Após verificar que o rappel não tinha piada nenhuma naquela cache, gritei lá para cima…"-Épa, isto é melhor fazer em escalada…"
E não é que me ouviram, até parecia que eu era entendido na matéria,(bom… já me amarraram uma corda e tentaram descer por um buraco…mas isso é outra história…), rapidamente veio o pessoal todo cá para baixo, só ficando lá em cima o Lumacafi e Wonderursa que foram os únicos que tiveram juízo.
Montada a parte da assistência, ficámos deslumbrados com a facilidade com que a equipa BrunoNF e Touperdido trataram de montar o equipamento e em três tempos estava aberta uma via de escalada até ao topo.
Visto de cá de baixo e com a facilidade com que o Rui lá chegou a cima aquilo só confirmava a minha teoria… o filme "Men in Black" tem o seu quê de realidade.
Cache em local que toda a gente tinha acesso e lá se foram escrevendo uns logs envergonhados, mas enfim pelo menos todos tínhamos suado só de ver o Cláudio a descer e o Rui a subir.
Tinha feito uma tentativa de perceber onde é que se colocavam os pés e as mãos, mas os buracos estavam mesmo bem disfarçados, mesmo mesmo bem disfarçados, tipo os truques do ilusionismo em que olhamos olhamos e não vemos nada, ainda pensei "…os tipos põem o pé, a cortina pintada como e fosse rocha, vai para dentro, o pé entra no buraco, tipo degrau… e os tipos enganam assim o pessoal que não percebe o truque…".
Bom, nesta altura o meu recorde de escalada estava em 36,8 cm. de altura. Nada mal para um principiante.
Logs feitos, Ins and outs registados, tudo arrumadinho na cache, cache a secar o trabalho de manutenção, e de repente só me apercebo que o Nuno dos Rifkindsss está a enfiar um bouldrie…e aí vai ele começa a escalar. Pé aqui, pé ali, mão no apoio, a outra no apoio invertido, e lá chegou ele até ao "sofá", como diz o Almeidara "-termo técnico muito utilizado na escalada"…depois verificámos como é que se desce… fotos, risadas, bocas para o gajo que está pendurado, aquilo era só rir…
Após o Nuno ter chegado são e salvo ao chão, perguntou-se que era a seguir…pensei que alguém se ofereceria como voluntário, mas calho-me a mim o voluntarismo.
Estava assim a chegar o momento da verdade…
Em primeiro lugar quero agradecer aos meus "padrinhos" de escalada, ao BrunoNF e ao Touperdido, a confiança que demonstraram na nossa iniciação foi espectacular.
Agora sim cá vão as minhas impressões sobre o assunto.
Primeiro, isto de colocar o bouldrie, aquela espécie de "cinto de ligas", tem que se lhe diga, para o pessoal do sexo masculino requer algum cuidado com o sitio por onde passam os cintos…
Vem a seguir a parte da corda, e dos nós. Para quem vai depender daquela corda se cair, passa a respeitar todo o tipo de corda, desde a corda se sisal, passando pela guita de merceeiro, e outras espécies da família…
Dos nós nem falo. Acho que se tentasse dar um daqueles nós todos pipis, ficava com os dedos entrelaçados na corda, e ainda hoje estava a tentar desfazer os nós cegos que teria dado na corda.
Só me faltava colar o corpo à parede e amarinhar por ali a cima…
Aqui começa a verdadeira aventura, conseguir começar, isso é que é…
Vamos ouvindo os mestres a explicar como devemos por o pé, onde devemos agarrar, e até vamos subindo, subindo, pelo menos até ao local que convencionámos chamar "sofá", que não é mais do que um local onde a dificuldade da via aumenta repentinamente, isto para um principiante, sitio onde se pode descansar um bocadinho as pernas e os braços.
Aqui já começavam as forças a faltar e foi por aqui que fiquei, avisei que ia descer, e pendurei-me… isto literalmente… pendurei-me. Não faço ideia da altura, confesso que naquela perspectiva me pareciam muitos metros.
De repente vejo-me agarrado a uma corda, e só oiço o pessoal a rir, e eu pendurado, e o Rui e o Bruno a incentivarem o recomeço da escalada, mas a força já me tinha abandonado.
Estive mais uns quantos momentos pendurado, até que lá decidiram descer-me.
Já em terra firme o meu coração voltou a bater normalmente, e já com outra perspectiva vi os outros elementos do grupo subir a parede.
Em conclusão: Se tiver outra oportunidade de escalar com o pessoal, não vou hesitar. Estou lá!
Duas notas finais nesta aventura.
O Cláudio ainda quer perceber como é que o BrunoNF lá colocou os ganchos para prender a cache no local.  
Fotos… devem haver imensas (ponham lá isso online), e só foi pena não haver gravação sono plástica. Só os comentários e bocas valeriam por certo, um prémio nos Óscares. Só visto, ou melhor neste caso só ouvindo.

Um agradecimento especial a todos os presentes, pelo momento inesquecivel que passei.


Trocas e Baldrocas

SUp3rFM - 2006/08/19

Não sei se é do conhecimento de todos, mas não é de todo obrigatório fazer trocas de items encontrados dentro das caches.

Refiro esta questão da não-obrigação porque só o desconhecimento desta situação pode levar a que se encontrem coisas verdadeiramente inacreditáveis dentro das caches.

As guidelines oficiais do geocaching.com dizem isto:

Use your common sense in most cases. Explosives, fireworks, ammo, lighters, knives (including pocket knives and multi-tools), drugs, alcohol or other illicit material shouldn´t be placed in a cache. As always respect the local laws. Geocaching is a family activity and cache contents should be suitable for all ages.

Em português, usem a cabecinha. Guardem os isqueiros e fósforos no bolso, entre outras coisas. A propósito disso, levámos as nossas crianças até à cache de Tróia (GCHT3Q). Um dos "presentes" que por lá andava era um isqueiro em forma de granada e de pássaro. Fantástico, han?

Por outro lado, alguém me consegue explicar a razão pela qual se deixam por exemplo, preservativos, elásticos para o cabelo, ganchos do cabelo, corta-unhas(!), botões, brinquedos mais que usados e partidos, entre outras coisas cuja utilidade é nula?

Alguém está assim tão desesperado que vai usar um corta-unhas que encontrou numa cache? ou um preservativo? ou ainda colocar no cabelo dos seus filhos um gancho ferrugento que encontrou numa cache?

Voltando ao início, ninguém é obrigado a fazer qualquer troca. Se apenas tem coisas que no lixo devem estar, então façam isso mesmo. Caso contrário, não coloquem lixo nas caches.

Querem arranjar coisas porreiras? Os bazares chineses e os hipermercados estão cheios de coisas simpáticas que custam €0,25.

Corro o risco de estar a ser purista, mas antes isso que voltar a encontrar isqueiros ou coisas completamente idiotas/partidas/sujas dentro de uma cache.


Lugar de Portugal na Uniao Europeia

HDV - 2006/08/14

Dou aqui sequencia a minha serie de "contas perfeitamente inuteis". No caso deixo duas tabelas e um grafico com a distribuicao de geocaches no seio dos diversos paises da Uniao Europeia, bem como do respectivo desvio de colocacao em termos proporcionais…



34º GeoMeetup de Lisboa

MAntunes - 2006/08/12

(ou a história da Carolina e o Lynx mau)

Presentes:

– lumacafi e Wonderursa
– MAntunes
– ppinheiro, Gabriela e Carolina
– Lynx “pôe a Carolina a chorar” Pardinus
– clcortez e duas acompanhantes

Este meetup foi menos concorrido devido a estar-se na época em que os geocachers levam os taparueres para a praia.

Algumas bocas, outras gargalhadas, muita boa disposição e uma excelente ideia do ppinheiro para organizar um evento nocturno – aguardem novidades.

Como tinha que ir ver actuar um grupo de cantares populares a Foros do Trapo, saí mais cedo (logo a seguir à família ppinheiro que teve que afastar a Carolina do Lynx mau). Quando ia a sair, apareceu o clcortez com duas bonitas acompanhantes e o lumacafi exclamou: “Ah! Algúem que me leva as geocoins!”

Até ao próximo! 🙂

(afinal onde está a história da Carolina e o Lynx mau?)


Encontrámos a

mecasantos - 2006/08/11

Viva,

Não sabemos se é aqui que se fazem os "log" das caches encontradas. Será?

Pois fomos na primeira caçada das nossas vidas e não foi fácil para mim, convencer o grupo de amigos que se contenta com 15 dias de praia.

Parámos de manhã em Alte, terra simpática, e seguimos até deixar o carro no local aconselhado por Olharapo (a Fonte dos Amoados).

Iniciámos a subida que é também um percurso pedestre e seguindo o GPS demos com a cache com relativa facilidade (precisa de um saco de plástico novo).

Foi um agradável surpresa dar com aquela simples tupperware assim no meio do nada. Lemos o folheto e ficámos agradados com a "filosofia" que está por detrás do geocaching.

Deixámos um registo no bloco de notas e sete moedas de 25 Francos CFA, trazidas directamente da Guiné-Bissau, onde passei o último ano. Só para coleccionadores, porque o seu valor monetário é quase nada. Vejam só que 1 euro vale 660 Fr CFA! Não trouxemos nada, excepto a satisfação de um dia bem passado e de ter encontrado a nossa 1ª cache!

Obrigado geocachers e Olharapo em particular! Vamos a mais!


Logs de TB e Geocoins

SUp3rFM - 2006/08/03

Parece que finalmente, estamos a ter um bom rácio de Travel Bugs e de Geocoins por Portugal. Ao nosso redor, facilmente encontramos quer um ou outro item numa qualquer cache.

Mas, (e há sempre um mas…) há caches que ainda tem indicações de terem TB ou Geocoins sem estes estarem presentes. Isto leva a possíveis frustrações por parte de alguns geocachers por não encontrarem o "ouro prometido" e por outro lado, lança a dúvida do paradeiro do TB ou da moeda.

Executando uma Pocket Query a partir de Lisboa, encontramos pelo menos 5 caches que listam TB/Geocoins no seu inventário quando na realidade há muito que estes sairam de lá.

É assim tão difícil e complicado logar no tempo certo?

Um Travel Bug é, pelo menos para nós, algo especial. Estamos sempre à espera de ver o próximo passo dos nossos. Sabem aqueles que já perderam alguns o quanto é frustrante começar a não saber onde andam até que alguém confirma o seu desaparecimento.

Será pedir muito um cuidado especial para este tipo de situações?


Geocaching for Dummies

2 Cotas - 2006/08/02

Cap VI – On cache Location

Chegados perto do ponto zero, só há duas opções. Duas. Só.
Ou se dá com ele, modo "gotcha", ou não se dá. Simples.
Se damos com ele a melhor maneira é ouvir. Assim que o GPS indica 0, deve-se ouvir um barulho, crack, plop, pfffft. Qualquer barulho que indique já se deu com o contentor.
Se não se ouvir nada entra-se em modo “barata tonta”, a segunda e ultima das opções.

Recapitulando: ponto 0=plop – OK, Ponto 0=silencio, tás ph’th’th’.

Na primeira opção o passo seguinte é apanhar os bocados e, dependendo da existência de companhia fazer ou não ar contrito, escolher o que de valor lá há, escrevinhar qualquer coisa no livrito, que normalmente sobrevive muito bem a pisadelas e voltar a enfiar tudo no saco. Saco esse que, não existindo previamente,  deve ser de imediato colocado a segurar o que resta da cache. Preto, branco, verde, ou mesmo amarelo vómito, não interessa. O que importa é que, se a opção for essa, os restos não devem ser deixados por ali. Claro que depois há que deixar uma nota no log, clara e concisa, para que se possam receber os agradecimentos do owner.
Mas voltando á cache descoberta com rapidez. É possível que haja dentro alguns objectos de valor, normalmente reduzido, um lápis ou algo que escreva e umas folhitas com um blabla qualquer. As prenditas são para trocar. Tiras uma e deixas outra. Não tendo nada para deixar, também serve tirar agora e deixar depois. Se não houver tens direito de escrever umas bocas no log e deixar subentendido de que a cache esta pobrezinha. Lápis, ou canetas acabam muitas vezes por ser as únicas coisas de valor existentes. Em principio seriam para ficar, mas se não houver mais nada podes abifa-los mas convêm depois logares um “need maitenance” senão acabas com as culpas.

Nota: Recentemente começou a moda de deixar lápis do IKEA nas caches. Nessa circunstância é melhor deixa-los lá. Assim como assim são oferta e não prestam.

Poderá acontecer que o crack seja tão intenso que os restos fiquem irreconhecíveis. Sendo assim é preferível, deixar tudo como está e fazer um NF. Posteriormente, já sem GPS podes ir lá de novo, assim como assim já sabes onde esta. Normalmente em caso de reposição o owner terá posto prendas novas e possivelmente originais. No entanto se for uma questão de muita importância, poderás fazer o log, mas dizendo que a cache estava destruída e que é preciso manutenção. Seja como for, e como é aconselhável não repetir estas acções muitas vezes, é preferível não pisar muito intensamente no ponto zero, apenas o suficiente para localizar a caixa. Repara que se começares a fazer muitos NF não avanças na contagem ou então chamas a atenção para a quantidade de caches vandalizadas que "encontras".

No caso de teres entrado no modo "barata tonta", há algumas variantes, todas elas de alguma forma ligadas umas ás outras. A fase barata tonta é motivada por um maior ou menor inventanço por parte de alguém. Esse alguém tanto poderá ter sido o owner que se espalhou a apontar o ponto, ou que utiliza um GPS de ultimo modelo, o modelo retirado de produção normalmente por incompetência e já não fazem mais. Ou então o ultimo procurante, que ou resolveu atirar com a caixa para um sítio qualquer, ou tentou colocar aquilo em local "melhor".

Algum autores pretendem fazer distinção entre variantes da fase “barata tonta”. Vamos descrever algumas, se bem que, em nosso entender, sejam basicamente as mesmas e representem unicamente o percurso do desgraçado que não faz a mínima de onde é que a coisa se encontra, a saber:
A variante “flor”, meio abichanada e onde se tentam reproduzir as formas de uma flor, normalmente em bicos, (?), de pés para não deixar nada senão sombras!
A variante “Vai e Vem”, tambem conhecida por "variante burro" porque se já tinha visto ali só mesmo por enorme burrice se volta a espreitar no mesmo sito.
A variante “macho”, se é para ser a direito é a direito mesmo. No caso de demorar mais tempo até se encontrar a dita coisa, é provável que tenha que ser evacuado por meios acessórios porque normalmente implica perdas de sangue ou , em casos extremos, de partes importantes do corpo.
A variante “elefante” em situações de terreno livre, também chamada “catrapila“ se envolve construções. Aqui a procura é normalmente destrutiva e implica grandes alterações na flora ou nas construções.
A variante “deixa cá ver” que é melhor descrita como “sentada”. Implica grandes doses de xanax e é adoptada pelos que, estando acompanhados, afivelam umas ventas pensativas e dissertam sobre identidade de pensamento, experiência, reflexão ou então tem é sono.
Por ultimo a variante, “tenho rede?”. Aplicada pelos mais sociáveis, apressados ou impacientes, utiliza o telemóvel no auxílio á caça, normalmente com rápidos resultados.

Depois de se ter encontrado a cache é possível aplicar ao conteúdo o mesmo tratamento descrito na opção Crack. Escolha criteriosa de prendas e logs locais ou posteriores.
Chama-se, mais uma vez, a atenção para não insistir frequentemente no mesmo procedimento aquando da opção Crack, pois é natural que haja cruzamento de ocorrências e acabem a fazer figuras mais tristes do que aquelas que fazem sempre que saem de casa para o Geocaching.

Next:
Cap VII – Going home



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