Anicha Spot

touperdido - 2007/02/05

Olá Digníssimos Geocachers!

A pedido de muitas famílias já existem alternativas para a ida á cache da Anicha, não vale a pena esperar pelo bom tempo…

Em termos de alternativas são as seguintes e ficam aqui para discussão sobre a melhor forma:

1- Arranjo um barco de 2 pessoas, a um custo muito reduzido e vai alguém lá buscar e traz a cache para terra e outros vão lá deixa-la, isto no sentido de criar um mínimo de impacto ambiental, áquele local…

2- Aluga-se um barco que consegue levar 20 pessoas máximo e paga-se penso que uma quantia pouco significativa, q andará á volta de menos de 10€ (penso eu)e aproveitamos e ainda fazemos um passeio na zona…

3- Aluga-se kayaks por uma dia para a malta andar á vontade, mas aí o custo será sempre de 30€ por barco (15€ por pessoas) sem monitor, o que por outro lado implica um maior risco, porque é sempre necessário monitores que possam acompanhar as pessoas com menos experiência….

Digam-me o que pensam…

E claro contem com patuscada improvisada á mixtura!

Rui Duque


Qual a melhor indumentária?

touperdido - 2006/12/15

Esta é uma pequena versão humorística das muitas possibilidades de estilos que se usa para fazer geocaching:

1.   Estilo Turista – camisa havaiana, calções, sandálias, chapéu de aba larga, óculos escuros e máquina fotográfica ao pescoço. A vantagem deste estilo é passar-se despercebido em praticamente todas as caches, a desvantagem é que só pode ser usada no verão.

2.   Estilo Aventureiro – t-shirt ou polar, calças e meias hi-tec: versão muito respirável e elástico com todas as tecnologias e mais alguma! Chapéu tipo “indiana jones”, ténis ou botas em Gorotex ou outras membranas acabadas em “ex” ou que também podem ter a designação de “xpto”, bastões de caminhada, para ajudar os mais “quotas” ou para servir de “arma de arremesso” e manta térmica que serve para enrolar a bucha ou para manter a cache quetinha. A vantagem deste estilo é que para caches no meio do mato, mesmo que se tenha que passar a noite à procura dela, o geocacher está sempre confortável. A desvantagem são os preços deste equipamento.

3.   Estilo Super-Heroi – normalmente macacão de duas ou mais cores garridas com botas a condizer, e com super poderes como, localização do ponto zero, erro de um metro, lança teias para outros geocachers, possibilidade de ver as caches de cima, Eros-routing, com cartografia inter-galáctica e detector de Gcs e Tbs. A vantagem deste estilo é ser-se muito rápido a encontrar as caches. A desvantagem é que as cores vivas do fato não passam despercebidas nem em meios urbanos nem no meio do mato.

4.   Estilo Empresário – usa normalmente sapatos, usualmente chamados: “sapatos de ir ao figo”, calça vincada, camisa e gravata com cores a condizer e casaco finíssimo da marca do crocodilo. A vantagem é que em caches urbanas passa muito bem despercebido. A desvantagem é que na procura de caches no meio do mato, a farpela torna-se desadequada  e muitas vezes incómoda. Conhecem-se casos em que o geocacher aparece inicialmente de fato e na foto a seguir já aparece com o estilo nº3 e em alguns casos chega a inclusivé “vestir” a pele da personagem.

5.   Estilo Disfarçado – neste opção o geocacher disfarça-se de acordo com a cache que vai fazer, por exemplo para fazer: o “tremelgo” disfarça-se de jardineiro que vai fazer a poda ao eucalipto, “Sofá de Bucelas” disfarça-se de escalador, “de comboio para a parede” disfarça-se de pica bilhetes, “Azarujinha” disfarça-se de zézé camarinha, “Homem das cavernas” disfarça-se disso mesmo, “Alcobaça eléctrica” disfarça-se de técnico de electricidade, “Fronteira de baixo” disfarça-se de pastor, “Brecha da Arrábida” disfarça-se de geólogo, “Toy box” disfarça-se de cavalo. A vantagem é que cada disfarce passa completamente despercebido. A desvantagem é a trabalheira que é dá a prepara cada disfarce e se é bem sabido que o geocacher não passa muito tempo a olhar para a descrição da página, quanto mais embonecar-se para cada cache.

Rui Duque


Relato do MagustoGeoMitupe 18/11/2006.

touperdido - 2006/11/19

Parece que fui eu o voluntário, obrigado a contar como é que isto se passou!
Recebi um telefonema do cláudio a perguntar-me se queria ir ao encontro, fiquei um pouco indeciso porque já estava num evento, mas conseguimos ajustar as coisas para eu me encontrar com eles (Mantunes, Mila e Cláudio). Encontrámo-nos em Fátima e segui com eles no Geomobil do Manuel. Durante a viagem fiquei fascinado com a quantidade de tecnologia que havia naquele carro… á minha frente ia o Manuel a conduzir com o PDA com auto-routing (nunca tinha visto o tom tom a trabalhar), ao meu lado o Cláudio com o portátil com ligação á Internet 3G, a escrever comentários on-line no geocaching pt e ainda havia mais uma bateria externa do portátil que nunca tinha visto e …..
Aproveitei aquela viagem para tirar as dúvidas sobre o meu Gps, pois ambos temos magellan!

Até á entrada na A7, o tom tom não falhava um milímetro, mas depois insistia que havia uma saída á direita , que nunca chegámos a encontrar… assim como uma estrada de terra batida que não dava acesso ao restaurante de certeza, mas valeu-nos o sentido de orientação do cláudio. Quando chegámos, recebemos uma calorosa recepção dos geocachers, Zombie Team, Silvana Team, Walcarr Team, Páscoa Team e Sagitário. Foram feitas as apresentações e depois de já estarmos sentadinhos começaram as conversas intermináveis sobre geocaching… Feitos os pedidos, comidinha na mesa e havia gostos para tudo, deste bacalhau á casa (que estava uma maravilha), picanha, bife na pedra enfim uma data de coisas boas.. [ silvana é a tua deixa para mandares as fotos]

Escusado será dizer que este foi o momento menos ruidoso mas o mais tecnológico com a aparição de mais um aparelho do além, trazido pelo Walcarr, que segundo percebi é uma espécie de servidor Wireless, que muito agradou aos possuidores de pdas com ligação á Internet, o caso do meu colega de mesa, o Jorge (Sagitário) que aproveitou logo para ligar o Messenger e eu fiquei ali feito parvinho a olhar para as maravilhas daqueles aparelhos até que o cláudio resolveu despejar a sua mochila tecnológica e aí sim foi ver tecnologia sobre diversas formas e que como dizia a Luísa parecia a mala do Sport-Billy! Lol

A sobremesa foram castanhas assadas, gentilmente trazidas pela Silvana e para acompanhar uma garrafa de Jeropiga (da boa) trazida pelo Mantunes. Conversa sobre as caches da zona para aqui, castanhas para ali, mais um copinho de jeropiga e assim ia passando o tempo, com discussões sobre descobertas tão importantes como: “Oh Sagitário não sabia que o teu pauzinho trabalha no PDA da Silvana” (pauzinho não deve ser o nome científico da “caneta” para trabalhar no Pda, mas não me ocorreu mais nada lol) ou “eu não vejo as dicas, só mesmo quando não consigo encontrar” (dito por 98.73% dos presentes). Antes de nos levantarmos, decidimos que iríamos fazer uma cache que se encontrava ali perto. Tirámos a foto de grupo e seguimos viagem em direcção a Nª Sª do Carmo. A história segue a seguir contada pelas mãos da 2ª repórter voluntariamente obrigada – Silvana.

Rui Duque


Star Mountain – Star Wet

touperdido - 2006/11/09

Para alguém que gosta tanto de escalar num sitio tão bonito como a Serra da Estrela e que tem tanta potencialidade nas várias modalidades da escalada como, desportiva, bloco, clássica e com neve, alpinismo, escalada em gelo e dry-tooling, só mesmo estando a chover é há vontade de fazer outras coisas como Geocaching – isto dito pelos mais viciados lol

Eu e o Edmundo fomos para a Serra na segunda-feira com o intuito de a conhecer melhor e no limite de fazer algumas caches. Na segunda-feira ainda conseguimos escalar num rocódromo de uns amigos na Covilhã e á noite fui ao arraial da cerveja, fazer amizades junto da povoação estudantil… Nem o gps me ajudou quando foi para chegar a casa do Mequito, onde ia passar a noite (manhã!).
Tomámos o pequeno almoço por volta do meio dia e seguimos para a Pedra do Urso, onde iríamos escalar, não fosse a rocha estar toda molhada – Plano B. Decidimos ir fazer a multi-cache Star Mountain. Deixámos o carro perto do centro de neve e fomos em busca da primeira coordenada, foi fácil de a encontrar. Já com as coordenadas inseridas decidimos ir a pé até á próxima cache, porque estavámos cheios de vontade de gastar a energia que não podíamos gastar na escalada… a caminhada até lá revelou-se mais dura do que estávamos á espera pois seguimos em linha recta em direcção ao ponto, o que inicialmente foi acessível com a grande quantidade que tinha caído, depois tivemos que nos tornar seres amfíbios… a princípio evitávamos as grandes poças de água, depois já valia tudo e isto claro para não falar dos vários malabarismos que fizemos em cima das rochas molhadas.

Quando já estávamos praticamente a meio caminho, deixámos de andar em cima das rochas e passamos por uma zona de vegetação queimada que também foi interessante, descemos até ao ponto da cache e apesar do erro ser pequeno, tivemos alguma dificuldade em interpretar a dica… Não foi nada fácil dar com ela, mas o facto de estarmos encharcados, já serem quase 17h e estarmos cheios de fome também não ajudou muito… Guardámos as coordenadas (que por milagre não estavam encharcadas) e seguimos em direcção ao carro, pela estrada, pois já estava a ficar escuro. Chegámos ao carro, já era quase de noite e estava a ficar um nevoeiro muito cerrado. Descemos para a Covilhã onde iríamos jantar (teoricamente almoçar) com a Pamela, uma grande amiga da escalada (e a ficar também com o bichinho do geocaching). Encontrámo-nos com mais malta da escalada da Covilhã (Nuno, Tiago, Manel e Mohamed Shaulin) no Farol, para depois irmos colocar umas presas e fazer umas vias na parede de escalada dos escuteiros da Covilhã. Já passava da 1h da manhã quando saímos de lá… ainda fomos ao Farol finalizar o treino com uma mins! Lol

Não foi preciso muito para adormecermos e por volta das 10h acordámos com a esperança de que a rocha estivesse seca, para irmos escalar… chegámos á pedra do urso e mesmo com a melhoria de tempo anunciada, ainda estava húmida… restava-nos continuar a atacar a multi… Por lapso tinha marcado o ponto com a cache que está no cântaro magro que tinha marcado no gps como ED2 em vez de E2 da multicache do dia anterior. Conclusão: Contornámos o cântaro magro pela esquerda, encharcámo-nos novamente por uma azelhice minha… o Edmundo até me dizia: “pah vim fazer trekking é na boa!”, mas eu só me aptecia dar pontapés na boca a mim mesmo… lol Já que ali estávamos decidimos ir á Torre beber algo quente e aproveitar para fazer uma cache que está lá perto. Quando chegámos á cache foi chegar ver e vencer.. lol Estava tanto vento e um nevoeiro cerrado que tivemos que ir rapidamente para dentro do shopping (so easy, so easy to blow…call now and win a free bazooka – isto acerca do crescimento (in)sustentável da serra da estrela). Á chegada fomos logo convidados a comer um pedaço do quijinho da serra, que bem conheço e que é uma “bomba” e um bocado de licor hydromel. Acabámos por levar dois quijinhos, um pão de centeio e uma garrafa de licor. Bebemos um cafezinho e compramos um recuerdo e dirigímo-nos ao terceiro e teoricamente último ponto da multicache.

Á medida que descíamos em direcção ao vale glaciar, o céu ficava mais limpo e o tempo parecia realmente estar a melhorar… Chegámos ao local da multi, onde esperávamos encontrar finalmente um tupperware, quando após alguma procura encontrámos mais uma coordenada que nos levava para mais uma maratona de 6kms… Aquele local era lindíssimo e é difícil descrever tanta beleza… e quando acompanhado de uma sandes de queijo da serra e de uns shots de hydromel então digo-vos”é do best!” lol  Com uma motivação diferente, seguimos em direcção á última cache e ficámos um pouco desiludidos com o local escolhido, pois depois de ver tantos locais naturais tão bonitos, achámos que aquele último não estaria ao mesmo nível, mas gostámos da aventura no global. Seguimos em direcção á Covilhã mas ainda parámos na Pedra do Urso para colocar a cache “escalada para o paraíso”. Fizemos a despedidas aos amigos da Covilhã e seguimos viagem para a “vida real”…….


A história de 5 dias de Geocaching

touperdido - 2006/10/08

As fotos desta aventura vão estar disponíveis brevemente.

Depois de uma semana inteirinha a escalar no “paraíso” com mais dois macacos, bem um macaco e uma macaca (Edmundo e Cláudia),  foi ficar com as pontas dos dedos sem pele mas com uma motivação ui… que os blocos são altos… enfim…
No dia de descanso (19/9/6) daquela fantástica climbing trip, lá consegui convencer os meus dois amigos a irmos fazer uma cache no miradouro de junceda, porque era um sítio bonito e tal e eles lá foram comigo… A Cláudia delirou completamente, o Edmundo não gosta muito mas costuma ir comigo e pouco a pouco acho que lhe colocando o bichinho!

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Caches

touperdido - 2006/05/19

Buenas!
Registei-me á pouco tempo e sou novo nestas andanças mas já estou cheio de vontade de encontrar tupperwares.. Já fui a dois sítios e nada, isto não está fácil, alguém que me abra a porta do labirinto!



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