Entries from July 2004

Consulta de páginas de caches online por …telelé

MAntunes - 2004/07/31

Sabiam que é possível consultar a página de uma cache, online, por telemóvel?   Não é que seja um serviço ao alcance de todos (é preciso ter acesso à internet no telelé) e não é um “luxo” a que se recorra facilmente mas, em situação complicada – andar muitos quilómetros para uma caçada e chegar-se lá para se dar de conta de que se esqueceu da página da cache ou qualquer outra situação que nos leve a desejar ter ali o PC c/acesso à net… Bem, basta de conversa, aqui está uma página em formato WAP onde se pode colocar o código da cache (GCxxxx) et voilá! Até tem acesso às dicas já codificadas e tudo – basta aceder ao link “hints”  

Geocaching Search by Mobile Phone

Um abraço e cuidado com a conta/saldo do telelé.


Nasceu um novo TB! Diz olá ao Mr. Sea Horse!

mca - 2004/07/28

Nasceu um novo TB: o Mr. Sea Horse, uma miniatura de um Citroen 2CV!

http://www.geocaching.com/track/details.aspx?id=62510

Desenhado antes da guerra na segunda metade dos anos 30, só em 1948 seria apresentado ao mundo na sua versão oficial, no salão automóvel de Paris. Contava com um motor de 2 cilindros e 375cc derivado das motas. A receita era simples: o carro tinha que gastar pouco, ser fácil de arranjar com um conjunto mínimo de ferramentas, levar 2 agricultores com chapéus, 50kg de batatas e uma cesta de ovos através de um campo lavrado sem partir um único ovo! Passou no teste e assim nasceu um mito….

O nome original deriva do facto da primeira versão ter apenas 2 cavalos fiscais (em França os carros eram medidos pelo escalão fiscal e este era o único que tinha ´apenas´ 2CV fiscais).

Sofreu algumas evoluções, nomeadamente um motor de 425cc, outro de 435cc e finalmente nos anos 70 um de 602cc e 29 cavalos de potência (3CV fiscais) que perdurou até ao fim dos seus dias. No entanto, a sua estética e o seu espírito mantiveram-se durante os seus 42 anos de produção! Foram produzidos 6 ou 7 milhões em todo o mundo, embora não tivesse sido vendido em alguns países. Foram até produzidos modelos derivados do 2CV, com o mesmo chassis e mecânica: o Ami 6, o Dyane, o Mehari e o FAF.

Pelos anos fora foram organizadas expedições ao deserto (os chamados Raid Afrique) e também às mais altas montanhas do mundo. Por todo o lado onde passava despertava a curiosidade das populações, em particular das crianças, que vinham a correr tocar-lhe (ainda hoje isto acontece!). Ficou conhecido pelo slogan “Ceci n’est pas une voiture, c’est un art de vivre.”, que se traduz mais ou menos como “Isto não é um carro, é uma forma de estar na vida.”.

Nos anos 70 e 80 surgiram ainda um conjunto de séries especiais, como o Spot, o Dolly, o France 3, o Bamboo, o Cocorico ou o mais conhecido Charleston. Até uma versão 4×4 foi construída, com dois motores iguais, dois tanques de gasolina e duas chaves de ignição (um atrás, outro à frente), o Sahara 4×4. Entrou inclusivamente num filme do James Bond onde um 2CV amarelo com matrícula espanhola de Madrid é baleado, dá saltos e cambalhotas numa perseguição automóvel, o que deu origem a mais uma série especial, desta feita o 2CV 007.

Ao longo dos tempos arrastou consigo uma legião de fãs que ainda hoje organiza encontros, actividades e eventos. É para muitos um mito, a par de alguns outros (poucos) como o Carocha ou o Mini. É considerada uma obra prima do design e está presente em alguns museus.

Ainda hoje pode ser visto nas ruas, conduzido por gente de todos os níveis sociais. Há quem lhe chame calhambeque, há quem lhe chame boguinhas, até houve quem lhe chamasse guarda-chuva com rodas ou patinho feio. O que é certo é que ninguém lhe fica indiferente. Uns mais batidos, outros mais pintadinhos, mas sempre com a mesma personalidade. Como dizia um há uns anos o apresentador do Top Gear (BBC) quando experimentou um, "Este carro tem mais personalidade que o Robin Williams!"

Bom se leram isto até ao fim o meu muito obrigado. É uma paixão que tenho e queria partilhá-la convosco. Quanto ao travel bug a coisa é muito simples:

– quem o apanhar deverá apenas encontrar um 2CV verdadeiro e fotografá-lo com o travel bug (os dois deverão aparecer na fotografia!)
– depois poderão largá-lo noutra cache qualquer
– irá ser libertado brevemente numa das próximas caches que encontrar

Boas caçadas,
MCA


Centenas de km´s quase perdidos !!!

portelada - 2004/07/27

Depois de muito andar em curvas contra curvas, lá chegámos a Amiosinho, saca o GPSR e toca em direcção da seta !!!
Quando começámos a descer deparámo-nos com uma "piscina" mesmo apetecivel com o calor que estava !!! Volta atrás para ir buscar as toalhas e continuamos a procura!
chegádos ao local, começámos á procura ….. procurámos …. vimos …. trepámos … cavamos … chamamos nomes ao criador …… lêmos as pistas ….. procurámos ……e …… NADA !!!!
Ao fim de 30´ desistimmos, afinal tinhamos aquela água á nossa espera !!!!
È pena não termos descoberto a cache, dificilmente lá voltaremos novamente …. é por isso que gosto de colocar as caches bem fáceis !!! centenas de km´s feitos para nada …

…..

….. quer dizer , o banho foi fantástico, soube mesmo bem, a paisagem era muito bonita e a aldeia ainda sofreu uma visita !!! muito engraçado o local !!! aquele vale vale a pena lá ir !!!

Fotos em  http://www.geocaching.com/seek/log.aspx?IID=35bd2ed3-ddae-4e52-b10c-2caa934210a1&LID=4454509


Multicaches!

slickman - 2004/07/21

Como já havia referido, era minha intenção largar uma cache aqui na zona(Arruda dos Vinhos), visto esta ser uma zona muito bonita e estar particularmente despida de caches!
Aqui o grupo do costume está a pensar organizar uma coisa à maneira, e em grande, pois para além de ser a primeira cache aqui( a que está em Vila Franca de Xira não conta!), é também a primeira cache que colocamos!
Isto vai ser envolver algumas das filosofias adoptadas por varias mentalidades de geocachers(geobtt, silvas, paisagens belas, caminhadas longas, autenticos momentos de TT com carros utilitarios, etc, etc, etc!), mas conciliada de um modo muito global com um único intuito – A Aventura!
Algumas dúvidas, no entanto, impedem-nos de prosseguir, nomeadamente:
– quantas micros podemos por numa multicache?
– qual a distancia total (média) aconselhavel numa multicache?
– onde e que podemos arranjar aqueles símbolos e aqueles papeis informativos do geocaching que aparecem nalgumas caches?
Bem para começar acho que chega! Espero pelas respostas e por comentarios!

Keep looking!
slickman


I HAD A DREAM…

2 Cotas - 2004/07/21

…ielow dére…

Everybody all right?
Great…

So the deal is…

Next week will be scattered among some caches a group of ten, (10), codes.
And what is the proposal of those codes, you may ask…

…go on…

….ask…

….ok, thanks….

Those codes will be needed to unzip a zip file. That zip file is the content of a DVDisk. That disk has the “you now what” maps. Every one and all of it. Inside that zip file will be another containing the ozi.map files, (thanks to PM, the MapMaster), needed to calibrate those for the Ozi program.

Those disks will only be opened with one code, so in the total there is 10 different codes that will open 10 different disks. You must find the codes, (easy one that), and wait to be released the correspondent disk, (just sit…). To help thing out, every code and disk as and identifier, so you only must find the code and the right disk, or just ask the finder to a swap deal.

Codes will be scattered, all of them, until the end of this month, July, and the disks will be released in the caches that I will find in the near future and have the right size, (I promise that will not try to sneak a disk inside a micro…).
So 4 caches and 10 codes will be: 2 codes for cache and two more left for a new cache to be born. Some one will put a note in the cache’s log site whenever the codes will be there. Also the future disk/cache will be signed. Any question?

Another thing. There is plenty of code breakers in the net, fell free to try it wildly. I will help, http://www.netgate.com.uy/~fpapa/   is a place where you could find one. Also, the size is 12 characters, (characters, not letters…), long. But when you MB begin to act like popcorn machines don’t complain, ok?

Those 4 first caches will be: GCGX69, GCGX66 , GCH2DB and GCHB7M, (for now). Soon will be some new cashes but for the time being those will be enough.

Simply: one code, the right DVDisk, with a passworded file containing the map.gifs and the ozi.map files. More then 1200 files. Isn’t that amazing?

Enjoy…


Novo membro

pregalla - 2004/07/14

Boas!
Sou novo membro por estas paragens mas, no GeoCaching já sou do tempo da Maria Cachucha.
Tenho 32 anos e sou casado com a Ana Paula e temos o João.
Iniciei-me nos GPS em 1998 com um Garmin II Plus, que hoje ainda tenho. Também uso um Garmin eTrex Legend.
Tempo para o GeoCaching infelizmente é pouco, por causa do trabalho e (ai, perdoem-me) por causa da minha paixão que vem desde criança: voar.

Obrigado por poder pertencer a este simpática família.

Um abraço.

Pedro, Paula e João Regalla


Crónica do encontro de GeoCachers na Mexicana

pregalla - 2004/07/14

Bifanas à Mexicana
Relatório de um encontro de GeoCachers e relatório gastronómico de um estreante por terras longínquas.

Muito já eu tinha ouvido falar do México e de suas paisagens e gastronomia (ai, os Tacos…).
Mas nunca lá tinha ido. Julgava que era necessário um avião ou navio para viajar até semelhante local, mas esta experiência provou-me que os meus conhecimentos de geografia estavam errados.
Caramba, por mais que vivamos estamos sempre a aprender!
Ao chegar ao local, não sem antes passar por momentos amargos, pois viajar no estrangeiro, por avenidas desconhecidas pode tornar-se complicado.
A verdade é que eu não sabia onde tal coisa ficava. E conduzia com os olhos esbugalhados para ver se dava com o local.
E eis que, de entre o denso arvoredo lá surgiram umas letras, pelo que se me afigurava tratar-se da tão falada Mexicana.
Ah, descansei! Tinha, por fim, chegado ao estrangeiro.
Mas ainda com dúvidas, porque não via em lado nenhum aqueles chapéus parabólicos. A minha cultura geral queria pregar-me mais partidas…
Nem o Speedy Gonzales eu já esperava encontrar. Já me tinha deixado de esperanças.

Lá saimos da carrinha a medo (eu, a Paula e o João). Sim, porque a gente nunca sabe como reagem os autóctones à presença de estrangeiros.
Lá em Portugal as gentes são acolhedoras. Aqui no México mais vale ser cauteloso.
Entrei, mas não vi sinais de GeoCachers. Será que me perdi? Teria sido melhor ter pedido o Waypoint do local!
Já aflito, de telemóvel encostado à orelha a telefonar para o Ricardo Silva, eis que ele me desliga a chamada. Tremendo!
Mas será que ele não pensa que eu posso estar em apuros?! Será que ele não pensa que posso estar a ser atacado por um qualquer meliante mexicano??
Mas quando olho, lá vem o Ricardo chegando com a Sílvia e o Eduardo.
As suas lindas e reluzentes muletas arrancaram-me um sorriso.
Lá entrámos e eles levaram-nos até ao fundo da pastelaria, onde nos sentámos.
Pouco depois começa a chegar mais pessoal:
João Rechena, Katy e Eva; Nuno Correia, Rita, Clara e João; Luís Amaral.
Aparentemente, nós também lá estávamos (Pedro, Paula e João). O Ricardo, a Sílvia e o Eduardo também.
Podia-se dizer que as crianças eram mais c´ás mães. E que os pais também.
Era um molho delas! Cinco ao todo. Comentou-me o Ricardo que foi batido o recorde de presença de crianças.
E bom, foi o tempo do quebra-gelo, pois eu conhecia o nome de todos, mas nunca os tinha visto.
Lá vieram umas bifanas mexicanas e umas sopas para outros.
Recomendam-se estas bifanas. São saborosas, mas fiquei cá com a pulguita atrás da orelha. Estou cá a desconfiar que o cozinheiro é cá dos meus, porque lá por Portugal as bifanas são muito idênticas. Desconfio que ele deva ser portuga…
Foi muito interessante, mas é pena que a mesa seja sob o comprido, pois a tendência é formarem-se grupos de conversa.
Podemos, para a próxima, juntar-nos em quadrado? Quase não falei com o pessoal da outra ponta, porque eu estava na oposta.
E lá falámos de Caches, Parapente, BTT, crianças, GPS… firmwares, EGNOS que andam malucos, SporTrak, Meridian, eXplorist, Legend, Geko, Foretrex, Rino, II Plus, III Plus, V…
Estas caixinhas servem todas para a mesma coisa, não é? Um brinquedo fixe com botões e um ecran e que nos levam até sítios desconhecidos, que nos levam a apreciar o nosso país e a descobrir cantinhos especiais. E também que por alguma obscura razão os espinhos tendem a cravar-se nas pernas e mãos.
Bom, voltando à cronica… sim, porque para ir à Mexicana todos os meses, tem mesmo de ser algo bastante crónico!
Mas recomeçando, tiraram-se também umas fotos.
Sentimos a falta e tivemos muita pena pelo MAntunes e família não poderem estar presentes, mas ele disse-me que o carro dele recusou-se a ir ter connosco ao México.
A pé deve ser chato, reconheço.
Lá comprei uns bolitos para o regresso a casa, que a viagem ainda ia ser longa.

Gostei muito de ter convivido com este simpático grupo, que ficaria ainda mais enriquecido com o MAntunes e família.
Gostaria de repetir no próximo mês se a disponibilidade de me permitir.
A vontade de voltar e repetir diz tudo acerca da experiência, não diz?

Um abraço a todos e ao Ricardo, que me coagiu a comparecer.

Como um GeoCacher escreveu,

Que os sinais do satélites vos acompanhem!

Pedro, Paula e João Regalla


O Dia do Portelada

MAntunes - 2004/07/12

Este Domingo, fui procurar duas caches do Portelada.

Ainda estou todo "partido" pela dureza das mesmas e pelas minhas "invenções".

Primeiro fui procurar a Afloramentos Graníticos e além de andar a saltar de calhau em calhau, estava uma ventania terrível que quase nos fazia "voar". Fui acompanhado pelo mue filho, Filipe e pelo meu sobrinho, João que adoraram as "macaquices" em cima dos calhaus – ainda bem que as mães deles não estavam por perto…

Nesta cache já não estava o TB (como já assim parecia depois do log do José Constantino). Encontrei lá logs ainda não reportados na página mas nenhum referia a retirada do TB… Talvez algum deles o tenha levado e ainda irá fazer os logs… espero eu.

Gostámos muito do passeio e realmente as vistas são deslumbrantes.

A segunda cache foi a Cabo da Roca II e, para começar, refiro que também já não está lá o TB reportado na página da cache, além de que também encontrei dois logs não reproduzidos na net; um de um português nosso conhecido (ele costuma fazer os logs, por isso deve ter-se esquecido – vou enviar-lhe mail) e outro, de um Finlandês que talvez ainda não tenha chegado a casa… ou voou com o vento que também por ali se faz sentir bem forte.

Nesta cache, distraí-me e quando dei por mim, estava a molhar os pés lá no fundo – é preciso descer para chegar à cache mas não precisava de exagerar…
Depois, tivemos que "recuperar cota de gatas". Ainda bem que os putos estavam de bom humor, e acharam piada à coisa, e as mães gostam de telenovela…  – Não se preocupem; São "escuteiros de barba rija"…

Quanto à cache: É uma cache muito bem colocada num local com uma vista espectacular e com um passeio bem agradável (o de volta…)

E prontos! Foi o "Dia do Portelada".

Parabéns Portelada e que tenhas uma óptima Lua de Mel!

Ooopsss!… "mel"? Então foi por isso que encontrámos abelhas perto da cache e o Filipe foi picado por uma… Estavam a fazer "mel"!  


Revisão das caches

nunor - 2004/07/08

A submissão das caches no geocaching.com está sujeito a um conjunto de regras de modo a manter o mais homogéneo e correcto funcionamento possível das milhares, ou serão milhões?, de caches que existem nos mais variados países. Uma dessas regras é a revisão por um geocacher. Quando submeti a minha primeira cache estava convencido que o "revisor" fosse um português. Na submissão da minha 2º cache, que tinha um erro numa das coordenadas, o revisor foi o mesmo (não português). Este texto destina-se ao inicio de uma discussão sobre o tema da Revisão das Caches Portuguesas. Porque é que não propomos ao Geocaching.com que ela seja feita por um geocacher português? Um português tem de certeza mais conhecimentos para saber se uma cache está bem localizada(por exemplo no meu caso era facilmente detectável o meu erro), se a descrição está bem feita, se as regras estão a ser seguidas, se a pista é correcta, etc….
Podíamos propôr um conjunto de 3-4 pessoas (os mais participativos)que fossem alternando a revisão.

O que é que acham?
Nuno Ribeiro
PS: O David não pode ser, se não ele encontrava-as todas antes de serem publicadas…..


Apresentação – smmf

smmf - 2004/07/05

Viva,

a maior parte de vocês já deve ter visto a minha apresentação na lista geocaching_portugal@yahoogroups.com. Para os outros está aqui a transcrição da dita:

O meu nome é Sérgio Fernandes, 26 anos e moro em Moscavide. Para os que não
conhecem a zona, fica muito perto do Parque das Nacoes.

Comprei um GPS (Garmin GPSMap 60cs) há pouquissimo tempo (1 semana) e apenas
tinha ouvido falar vagamente em geocaching. Entretanto, no geocaching.com vi
que o Tin Man estava muito perto de mim e decidi tentar a sorte. Falhei
miseravelmente à primeira tentativa e enviei um mail ao dono da cache (nao sei
se o termo dono é o correcto). E pronto… mais mail menos mail, vim parar
aqui 😉 Ah, entretanto já encontrei essa cache e mais outra. É o meu total por
agora.

Habitualmente ando de BTT e por isso um dos topicos que me parece muito
interessante e a discussao sobre GeoBTT. Afinal, uma das
razões que me levou a comprar o GPS foi a existência de bastantes percursos
GPS na net para BTT.

Bem, acho que é tudo por agora.
Cumprimentos a todos.



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