Entries from October 2006

Uns milhares de gajos, perdão, de founds…

2 Cotas - 2006/10/26

Mais uns na procura do eremita

Jose Adonis - 2006/10/19

2006.10.15

Como é que se faz um log destes? Começa-se por onde?

Na verdade o inicio da expedição começou à quase um mês quando no geo@pt se organizava um ataque conjunto a esta cache. À altura fiquei interessado, mas infelizmente uma ida minha não se propiciou na altura. Como a cache era referida como "difícil" e que não deveria ser feita a solo, vai de tentar arranjar companhia. Uma ou duas dicas/sugestões espalhadas pela net (fóruns, IMs, etc.) também não me trouxeram companhia, pelo que me voltei para o outsourcing. Um quase convertido mugle (já fez comigo duas em Sintra e gostou, o palerma ) foi a 1ª vítima. Com 3 semanas de antecedência lá de predispôs a aceitar a estopada em troca da promessa de pedalar em BTT por outros montes e vales – barato, no fim de contas – num dos fins de semana que por aí vêm. 4 dias antes do dia marcado para a expedição, encontrei outro "virgem" nestas andanças (ena, reparo que já fez o log! Está perdido! Bem vindo, pirilampo ) que posto ante o dilema de passar um Domingo em passeata (como quem diz, não é verdade…) pelo campo ou em trabalhos de mudança de residência, com as correspondentes dores de costas que isso acarreta, preferiu – sabe-se lá porquê! – ir até à zona de Tomar. Na sexta à noite enquanto estava em trabalhos de help-desk com o pmateus21, chegou a colocar-se a hipótese de ele nos acompanhar. Infelizmente não deu . Fica para a próxima. À última da hora, já no sábado, juntou-se finalmente a nós um amigo do pirilampo que como tinha um GPS novo (daqueles que não serve para nada em Geocaching, mas que por comiseração toda a gente se absteve de comentar) o queria experimentar a maquineta e ver que raio de coisa é essa de procurar taparués. E quanto aos protagonistas é tudo.

Domingo de manhã[1], café no Tabuleiro, que isto de acordar cedo tem muito que se lhe diga. Distribuição de material, conferência do mesmo, tentativas divinatórias (alguma coisa vai faltar, falta sempre! O que será desta vez?) e outros quiproquós e finalmente ala que se faz tarde. Sendo que se a saída da Portela já se fez mais tarde que previsto, ainda assim estava dentro dos limites do imaginário mapa de Gant estabelecido para o dia.

Recolhidos mais à frente as outras duas vítimas, fizemo-nos finalmente à estrada rumo a Tomar. Uma calma e descontraída viagem e por volta das 11h15m chegámos finalmente a Agroal. Estacionar.

1º Erro: vamos de calções. Juro que se estivéssemos com atenção já nessa altura se poderia ouvir as silvas a rir e a bater palmas. Mudanças de indumentária, mochilas às costas e ala que se faz tarde. E agora? Direita? Esquerda? Isto de telemóveis a funcionar com GPS nunca ajuda ao primeiro passo. Ainda um dia irei arranjar um daqueles com bussola verdadeira e que tenha realmente uma setinha que aponte para o local correcto para onde se deve começar a andar. Dado que as leis de Murphy nem no dia do Senhor estão inactivas, claro que fomos em frente. Depois de quase pisarmos a "Cold Spring" (na altura não o sabíamos) e de termos andado trezentos metros na estrada e no sentido errado, lá se fez luz e voltámos para trás.

Chegados novamente à ponte, nova decisão: direita ou esquerda? Errámos novamente, como seria de esperar e fomos pelo interior do Agroal. O que nos valeu foi a pontezita mais à frente, senão eram mais uns valentes metros em marcha à ré. Passada a ponte[2] e chegados ao outro lado nova decisão. Visto que a setinha aponta para a frente e como para a frente não se pode ir, ou vamos pela direita junto ao rio ou pela esquerda usando a estrada. Dada a natureza da cache, apostámos no rio e em breve nos sentíamos já em plena aventura. Um breve percurso depois e as dificuldades que dão fama à cache começaram a vir ao de cima. Tivemos de abandonar o belo passeio bucólico à beira rio e logo me vi a subir uma íngreme encosta entre tojo e outro mato cerrado, tentando não rebolar por ali a baixo. Algum tempo depois chegámos a um muro. Saltámos muro e ficámos na… estrada. Confuso:! Hummm, se calhar deveríamos ter vindo pela estrada, não? Bem, não há-de ser nada. Andou-se um bocado[3] e lá saímos novamente para caminhos vicinais. Dessa forma, rapidamente[4] se chegou ao local onde está a 1ª pista e onde se dá a 1ª procura.

Pausa para alimentação.

Procurar… procurar… procurar…. mas que nabos que estes gajos são! Bom, têm desculpa, é a 1ª vez. Perguntas do tipo: "o que é que andamos a procurar?", "que tamanho tem?" "existe mesmo aqui qq coisa escondida?", "onde é que está? Não diz nesse papel?"…

Depois de quase terem demolido o local, lá deram com ela (eu estava coordenar as buscas, é claro! i.e. estava comer e a gozar o pratinho ). Copiámos as indicações, mais umas discussões e lá seguimos para a direcção indicada[5] em busca da pista seguinte.

Agora sim! O verdadeiro ambiente de selva. Só faltou o Tarzan (pronto, a bicharada tb não era propriamente africana, mas não queiram estragar a fantasia!). Árvores com lianas, silvas, raízes mal colocadas, silvas, troncos escorregadios, silvas e outras espécies florestais compunham o cenário (eu já falei das silvas? :anjinho:). Lá demos com a bifurcação – quanto mais não seja porque em frente não parecia nada fácil e voltámos na direcção sugerida. Umas silvas depois lá chegámos à escarpa. Magestoso! Lindo! Assustador (só um pouquito, pronto). Deambulámos nas imediações mas, tal como os outros antes de nós, lá descobrimos que porque razão se tem mesmo de descobrir a rota alternativa. Só mesmo com material e com malta com prática. O Ricardo e o Marco tinham essa experiência, mas o material tinha ficado em casa… a velhice (do equipamento, nada de confusões) não perdoa e não vale a pena arriscar com material inseguro. Meia volta para trás e vai de procurar a rota alternativa. Ajudados por descrições de desgraçados anteriores a nós, lá fomos andando. Muitas silvas, cabeçadas, tropeções e eventos similares, lá chegámos finalmente à 1ª caverna – local da 2ª pista – e começou-se à procura.

15 segundos depois já estava. Por acaso foi muito fácil. Pausa para… alimentação. Repostas as baterias, lá se admirou o local e o seu acesso com auxílio de meios mecânicos (eg. cordas e afins). Discutida a coisa pelos experts, passou-se à análise do próximo trecho do percurso. Dadas as indicações, a aparência da coisa e os logs dos visitantes anteriores (e respectivas fotografias), decidimos tentar o caminho da escarpa. Comeu-se mais qualquer coisa. Trash out. Arranjar coragem e insultar mais umas silvas… e aí vamos nós novamente.

Realmente, o trilho[6] é magnífico. Com muito cuidado para não cair, sendo regulamente arranhados pelas silvas, lá fomos progredindo, tentando encontrar algum caminho alternativo para baixo no caso de não conseguirmos passar pelo caminho da escarpa. E lá chegámos finalmente ao local já referido noutros posts. Aquela passagem parece realmente complicada. Vamos, não vamos.. um já foi o outro recusa-se… tu és grande e eu sou pequeno… está molhado, não está nada… eu ajudo! Tudo menos isso…

Complicado, enfim. A coisa resolveu-se provavelmente porque alguém se deve ter lembrado das silvas que havia para trás. Sendo assim, o único caminho era para a frente. Cuidadosamente, lá se fez. Afinal, nem era assim tão difícil. Aliás, pelo menos a mim, aquela parte seguinte do caminho em que se tem de gatinhar e depois passar uma fenda revelou-se mais difícil.

Mas não adianta perder aqui muito tempo em descrições exaustivas. Basta dizer que muito depois, muitos ahhs e ohhhs depois (que a beleza do percurso bem os merecem) e depois de muitas silvas (porra que tou a ficar lixado com "F" maiúsculo com estas sacaninhas) lá conseguimos chegar ao destino final! Vitória!!!

Pausa para alimentação… e vai de explorar a caverna. É realmente bastante maior do que parece à primeira vista. Como havia lanternas (viram? viram? Homens prevenidos, hein) deu para explorar calmamente o buraco. Pelo menos até onde se conseguia ir sem material. Assustados os morcegos e depois de alguma destruição do tecto da caverna com o auxílio de testas mais proeminentes (os capacetes tinham ficado no carro por razões assumidamente estratégicas, ie. preguiça) lá voltámos à entrada e procurámos a cache final. Sem muita dificuldade, lá demos com ela. Depois foi o interlúdio. Uns minutos em alegre cavaqueira acerca de geocaching, actividades radicais, misoginia pura e dura[7] (4 homens juntos, o que é que se esperava?), mais alguma alimentação tudo isto intercalado com a escrita dos logs e a troca de prendas. Alguns não levavam nada, mas como eu já o esperava, houve prendas para toda a gente, tendo ainda um TB ficado em alegre repouso à espera que alguém o vá buscar[8]. Depois foi só fazer o trash out, arrumar as coisas, esconder novamente o taparué e decidir como fazer o regresso.

Dada as últimas dificuldades e a geografia do local, decidimos voltar pelo rio[9].

Começou então o regresso. Voltámos pelo trilho da escarpa, na procura de um local que nos permitisse ingressar no rio. Infelizmente, alguns que nos tinham parecido promissores não o eram tanto como na primeira passagem tinham parecido, pelo que ainda teve que se fazer um bom pedaço na escarpa. Só para dar uma ideia, quando finalmente conseguimos descer estávamos quase na primeira caverna[10]. Descemos então à beira-rio e foi altura de trocar de indumentária. Houve quem se ficasse quase nu, outros em chinelos e até quem mui sabiamente (se alguém diz alguma coisa, leva) tivesse consigo um par extra de ténis e meias (eu avisei… não arrisquem!) numa superior demonstração de capacidade intelectual. E foi altura de mergulhar nas água límpidas da ribeira.

Cumprindo mais um sonho de regresso à idade infantil, lá começou a marcha contra a corrente do rio. Água pelos joelhos, ambiente descontraído, tudo perfeito. Depois começou o sobe e desce… Ora água pelos tornozelos, ora pelos joelhos… ou ainda mais acima! Veio à memória uns logs anteriores que referiam não terem sequer molhado as cuecas. Feita uma deliberação geral, ficou decidido que: ou os geocachers anteriores são jogadores profissionais de basquetebol ou então (muito mais provável) são uns mentirosos. Algum elementos do grupo mais incautos (nem que me acusem nunca vou confessar que foi o Ricardo) não levavam roupa interior (e.g. cuecas, para quem não percebeu) de substituição, pelo que o caso estava a ficar negro (ou melhor, azulado, dada a cor do líquido). Mesmo assim a coisa lá ia andando, com mais ou menos dificuldade[11]. Só se complicou verdadeiramente quando o desgraçado que em determinada altura ia à frente fez notar que já só tinha o pescoço de fora. Como nem sequer era o mais baixo, fizemos um pequeno retrocesso e saímos do rio, desta vez para a margem oposta.

De chinelinhos (vá, riam agora dos meus ténis com meias!) pelas rochas fora lá fomos andando mais umas dezenas de metros, até se chegar a um ponto em que a) para a frente não dava mais e b) o ria parecia mais baixo. Entrámos novamente na água e com mais ou menos dificuldade – suponho que o desgraçado que partiu os chinelos seja dos que ficaram com a parte do mais – lá prosseguiu a viagem. Depois até ao fim não houve mais incidentes e a viagem terminou na represa. Hora de chegada: 17h58m. Fotos da praxe e vamos para o carro.

Mudou-se de roupa e só para descomprimir, fez-se outra cache que havia ali na zona.

Agora, começou o lento processo de incutir em certas cabeças mais duras que há por aí umas tais de aranhas que até parecem bacanas e que nem deve ser muito difícil visitar…

Uma só nota final para agradecer aos geocachers anteriores a nós que pelos seus logs e fotografias nos facilitaram imenso a tarefa. E que também nos incutiram o desejo de fazer este passeio.

[1] Bom, mais ou menos. Inicialmente marcado para as 8 da manhã e posteriormente adiado para as 8h30, verificou-se a nossa passagem na zona de Vila Franca de Xira quase às 10h. Nada de anormal, portanto. Afinal, sendo Domingo, não há grandes razões para levantar de madrugada.

[2] Dia concorrido, no Agroal. Junto às piscinas naturais, uma grande concentração de escuteiros fazia provas aquáticas. Espalhados pelas imediações estava o material deles. Foi difícil resistir à tentação de "pedir emprestados" alguns bastões de caminhada, visto que foi algum do material que ficou algures esquecido.

[3] Tinha-se cá vindo a ter directamente se se tivessem feito correcta e completamente os trabalhos de casa. O local está geo-referenciado pelo dono como um local onde parar…

[4] Com grandes discussões à mistura sobre a menor ou maior apetência do local para a prática do BTT. Foram intervaladas com uma pausa para comunicar às respectivas famílias que não se preocupassem, que estava tudo bem, que íamos arrancar e que íamos ficar novamente sem sinal. Aliás, fica aqui uma nota a futuros visitantes. Foi este o único local em que na área tivemos sinal de telemóvel. Em Agroal não há, pelo que se fizerem como nós e esperarem pelo parar do cachemobil para telefonar, podem-se ver na contingência de não o conseguir fazer.

[5] Na verdade, para uma direcção um bocadinho à esquerda da indicada…

[6] Com aquele tamanhito, será que merece esse epíteto?

[7] Note-se que o Tomás fazia um mês de casado! Ainda estou para saber o que é que um "gaijo" casado à 30 dias anda a fazer perdido por montes e vales….

[8] Os iniciados mais esclarecidos ainda perguntaram no local das primeiras pistas se também nesses contentores se deixavam prendas…. tenrinhos…

[9] Na verdade, sou capaz de jurar que a verdadeira razão foi devido a: 1) Já que vim carregado com uma muda de roupa, quero usá-la! 2) Sou um miúdo grande e não resisto a andar na água, 3) havia por ali atrás umas silvas, 4) uma qualquer mistura das hipóteses anteriores…

[10] Ainda se falou em «já que estamos aqui, nem vale a pena ir pela água». Escusado será dizer, que sob pena de excomunhão, tais opiniões foram doutamente abandonadas.

[11] Sim, porque nesta altura já havia quem fosse por vezes descalço. Nem sempre é fácil perseguir chinelos debaixo de água…


36º Geomeetup de Lisboa

Ricardorsilva - 2006/10/16

Não sei se alguém tinha ficado de o fazer, mas aqui fica o meu início. Se alguém quiser avançar mais, força…

Cheguei às 20h e pouco, e encontrei o FGV X 2 já sentado no “canto reservado para a actividade geocachiana”. Pouco depois chegavam o ClCortez, o MAntunes e a Limão. Um conhecido vereador da Camara Municipal de Lisboa sentou-se também ao nosso lado mas, quiçá dominado pela timidez, ainda não foi desta que se assumiu como geocacher – o que foi pena, porque podíamos perguntar-lhe como é que estava o projecto da cache no Túnel do Marquês…

ler mais »


Geo Halloween

Limao - 2006/10/16

Meus caros amigos, o Halloween está quase a chegar.

Também conhecido por “Noite das Bruxas”, é comemorado na noite de 31 de Outubro, véspera do Dia de Todos os Santos.
Pensa-se que os costumes populares do Halloween são recriações folclóricas do Festival Druida de Samhain (Senhor da Morte e Príncipe das Trevas) que, de acordo com a crença, reunia as almas dos que tinham morrido durante o ano para leva-los para o céu. Para os druidas, Samhain marcava o fim do verão e o festival dos mortos.

ler mais »


S. Martinho – dia 11/11/06

Silvana - 2006/10/16

Olá pessoal!…
Já que tanto se fala no S. Martinho, e sendo eu oriunda do Concelho de Montalegre, terra das castanhas, enchidos, presuntos, batatas e vitela barrosã , lembrei-me que seria uma iniciativa interessante organizar o S.Martinho por lá no dia 11/11/06.  
Estava a pensar num lanche com castanhas p/ assar – eu encarrego-me desta parte – e cada grupo, como bons geocachers que somos, traria o seu "taparué" devidamente recheado para consideração da malta!
Aceitam-se sugestões!…

Se alguém quiser passar por lá o fds ou almoçar e jantar, posso dar-vos boas dicas nomeada/ por Boticas!..

Silvana & Co


Earthcaching em Portugal

danieloliveira - 2006/10/14

As earthcaches vão voltar a figurar como caches “normais” no do GC.com dentro de breves semanas, o que são muito boas notícias, após a sua breve passagem pelo Waymarking.
Para aqueles que ainda não sabem o que é uma earthcache, vejam este link.

Logo poucos dias após o evento da “Trace fossils of Ancient Volcanoes”aparece-me nas minhas duas earthcaches (Dykes and sills earthcache e S. Domingos Mine earthcache) uma nota que transcrevo aqui:

Requires Maintenance
Hi Daniel
As part of the process of EarthCaches returning to geocaching.com, every EarthCache is reviewed to ensure that each EarthCache listing adheres to the new guidelines.
We wanted to inform you that your EarthCache has been reviewed but does not meet the new guidelines. I would suggest just a small change to your logging requirements….one in which they state the difference bwteen the two features….

Can you please read the guidelines carefully below and adjust your EarthCache listing so that it meets the guidelines? Once you have made changes, please email me (glewis@geosociety.org) and I will review the updated listing. EarthCaches that do not meet the guidelines by 20 October will be archived. Please let me know how I may be of further assistance.

Regards,
Geoaware
………………………………………………………………………………………………..
EarthCache Guidelines
1. EarthCaches must provide earth science lessons. They take people to sites that can help explain the formation of landscapes or to sites of interesting phenomena such as folds, faults, intrusions or reveal how scientists understand our Earth (such as fossil sites etc.)
2. EarthCaches must be educational. They provide accurate but simple explanations of what visitors will experience at the site. Cache notes must be submitted and assume no previous knowledge of earth science. The educational notes must be written to a reading age of an upper middle school (14 year old) student. Additional technical or scientific notes can be provided for the scientific community. Please note appropriate place on the submittal form for the technical notes. All notes can be submitted in the local language but must also be in English.
3. EarthCaches can be a single site, or a multiple virtual cache. No items, box, or physical cache can be left at the site.
4. EarthCaches follow all the waymarking and geocaching principles and adhere to the principles of Leave No Trace outdoor ethics. Use waypoints to ensure cachers take appropriate pathways. Use established trails only. Do not create new trails to a site in order to concentrate use impacts. EarthCaches will highlight the principle of collect photos – not samples. However, if there is no possible damage to a site which is outside of the public land system and approved by the site owner, small samples may be collected as part of the cache experience.
5. Logging of EarthCaches must involve visitors undertaking some educational task. This could involve them measuring or estimating the size of some feature or aspect of the site, collecting and recording some data (such as time of a tidal bore), or searching and sending via email to the developer, some fact that they find from signage. Developers should try to involve visitors in learning from the site … rather than just logging a visit. Logs should show that the visitors have ´learnt´ by visiting your EarthCache.
6. EarthCaches developed on private and public land must have prior approval of the landowners before submission. EarthCaches developed in association with National Parks, National Forests, or other public lands are encouraged. These must have verbal or written approval with the appropriate land-managing agency. The name and contact details of the person from who you received approval MUST be given.
7. All EarthCaches must be approved by GSA (to ensure appropriateness of the site and educational standard of the notes) before they can be submitted for approval via this website.
8. The Geological Society of America retains the right to edit, modify, delete or archive any EarthCache that does not adhere to these guidelines, or for any other purpose, including for the promotion of sponsors for the EarthCache program.

Apanhado de surpresa, fui de facto ler as novas regras com maior atenção e reparo que a #5 foi a que mudou desde a última versão. Agora é necessário que o visitante de uma earthcache execute uma tarefa no local. Esta pode ser simplesmente relatar de um painel alguma informação lá existente ou medir algo.
Assim, as minhas duas earthcache tiverem que sofrer uma alteração para se moldarem a estas novas regras. As tarefas que peço para executarem são simples. Continuo a achar que as minhas earthcaches estavam bem estruturadas como estavam antes e que o visitantes aprendiam com as fotos que tinham de ser inseridas nos logs. Peço a vossa compreensão para estas novas regras e não deixem de visitar os locais – valem bem a pena e os visitantes hão-de sair de lá com outra compreensão das estruturas em que tropeçamos no dia a dia e que ao fim, passam despercebidas.
Aproveito aqui também para lançar o deasafio ao Lynx pardinus, owner da earthcache do Penedo do Lexim para não a deixar morrer.

Em breve surgirão mais earthcaches. Estejam atentos que cada uma delas vos vai dar a conhecer novos factos interessantes sobre o planeta que pisamos.

I support earthcaching!


Traduções de Caches

btrodrigues - 2006/10/11

Boas

Como tem vindo a ser veiculado por aí, está-se longe de chegar a unanimidade no que toca à língua em que se devem apresentar os textos descritivos das caches. Há quem diga que o swahili é fixe.

Nos casos flagrantes em que as caches são apresentadas apenas em português e que os geocachers alvo são maioritariamente estrangeiros, é do senso comum que o texto se deva apresentar em inglês. Surgiram assim algumas iniciativas voluntárias de tradução para algumas caches. Fará sentido, no entanto, alargar esta iniciativa a mais caches portuguesas, de forma a podermos elevar os níveis de qualidade das mesmas.

Começou-se por examinar todas as caches activas à data de 10/10/2006: De 664 caches, 249 demonstram ter falta de tradução parcial ou total. E é por aqui que vamos começar. Já começamos. Poderão ver as traduções efectuadas, deixar os vossos comentários e também participar no processo.

Os objectivos desta apresentação são, primeiro que tudo:

a) introduzir as razões do projecto (já está) e dar forma à ideia
b) procurar mais ajuda (tradutores, revisores, comentadores e alguém para trazer café)
c) alertar os owners para enviarem as versões traduzidas que tem em desenvolvimento (mesmo que parciais ou a precisar de ajustes) para que se possam melhorar

Convidamo-vos a registarem-se em http://geocaching.against.org, a lerem a FAQ, a contactarem os envolvidos de forma a podermos perceber como podemos todos contribuir para melhorar o que já temos de tão positivo.

Mesmo que não tenham disponibilidade para traduzir textos, será necessário sempre algum feedback da vossa parte de forma a validar as traduções feitas até agora. Gostávamos de ter a participação dos owners das caches, tendo em conta que este trabalho valorizará ainda mais as suas caches. Se os owners concordarem, podem, por exemplo, colocar na íntegra a tradução realizada na página da cache e/ou colocar um link para a tradução da sua cache aqui alojada. Caso contrário, amigos como sempre.

Estamos ao vosso dispor para esclarecer qualquer dúvida que surja (relativamente ao projecto, ao modo de funcionamento do wiki e a quaisquer questões que possam surgir)

Obrigado
Contamos convosco


Cracks da informática!

Silvana - 2006/10/11

Sou a feliz proprietária de um PDA QTEQ G100 com GPS e progama de navegação, NDrive.
Gostaria q me informassem qto ao software q aconselham para o Geocaching.
Nomeadamente, para a descrição das caches e actualização, qdo novas caches que vão sendo criadas.
Merci!

Silvana & Co


A primeira vez é a que custa mais?

2 Cotas - 2006/10/10

Da primeira vez que fiz TT com a mota correu que nem ginjas. Da segunda também, só que para a oficina. Desisti. Resolvi comprar um jipe.

Comprado o carrito, é da praxe enfiar com ele logo no mato. O problema é que ele devia ter milhentas mais de horas de mato que eu, mas o gajo não me ensinou nada. Falha de comunicação, assunto de terapia, presumo. Já estava mesmo a ver o tipinho com ar de gozo a rir-se que nem um perdido debaixo do capot.

Mas começando do principio, que até nem correu nada mal, dadas as circunstancias…
A primeira coisa com que todos me enzucrinaram o juízo logo de inicio foi: não vás sozinho. Confesso que não percebi. Primeiro não ia sozinho. Depois, que diferença é que fazia. Se fosse pelo peso, ainda vá que não vá, sempre era melhor que encher o pobre do jipe com sacos de areia. Adiante.
A ideia deve ter partido de um tipo solteiro. Assim sempre tinha companhia em caso de ficar atascado, ou então sempre podia dar apoio moral, ou outros, em caso da acompanhante ficar aterrorizada. Agora eu? Ou então no caso de não poder voltar a horas decentes sempre poupava a explicação mais parva: “filha, tive enterrado até aos cubos” (… aos quê?). “Não consegui sair a tempo e horas”. “ A areia era muito funda”, “Ou muito mole”, o que ainda era mais ridículo…

Mas prontos, lá peguei na maria e no resto da tropa e fomos todos.
Direcção: Lagoa de Albufeira. Que isto de trabalhos de casa é para se fazer em casa. Nada melhor. Chegados ao local depois de ler as dicas lemos a descrição. Bonito, aquela coisa anda a direito em todo o terreno, menos a vau em terrenos lamacentos com vários metros de profundidade. Primeira parvoeira. (Escusam de contar porque ainda procissão vai no adro.)
Voltamos para traz e fomos direitos a segunda opção: Fonte da telha. Melhor, muito melhor. Pena que o pobre do carrito tivesse posto todos com ar de pescada. Só se ouvia era o pessoal já com ar de vómito a mandar vir: “se andar de jipe é o mesmo que andar de barco, para a outra vez vou ao Barreiro”. Que culpa é que eu tinha que o caminho era aos altos e baixos. Já me bastava controlar o meu enjoo e ainda tinha que os ouvir.

Chegamos a Lagoa, desta vez do lado certo. Demos com a caixelha e almoçamos. Fácil e barato.

Todos para dentro do carro e voltamos para trás, eis senão que aparece ao canto do ecrã do GPS a setinha marota, 900 metros. Se bem me lembrava um bocado a seguir havia um caminho á direita. E havia mesmo. Quer dizer, era á direita, caminho é que não. Vamos? Vamos!

Uns metritos mais abaixo a boa da setinha, vira-se de lado, ri-se e diz outra vez: direita!
-Direita?
-Sim, direita.
-Mas ali só há pinheiros e no meio, por baixo, por cima, de lado, em frente e por traz, areia. Areia. Tipo praia, mas sem agua. Quando muito umas pinhas as servir de cachuchos.
-Pois. Direita.

Lá viramos por ali a baixo. Devagarinho não fosse a coisa plantar-se. Decidi ir pela berma, porque os trilhos pareceram-me muito fundos. Primeira asneira, (primeira deste grupo, que os outros já estavam completos). Voltamos aos trilhos depois de passar por cima de uns montes de pinhas que só do barulho me puseram mais uns cabelitos brancos.
Mas realmente os trilhos eram fundos e os arbustos competiam em barulheira com o rádio e com o bater dos dentes. A determinada altura decido sair dos trilhos. Rodo o volante. Nada. Parece que me tinha esquecido de transmitir essa vontade em voz alta ao carrito. Seguia a direito impávido e sereno. Mais uns graus. Nada. Mais meia volta, idem. Já ia quase com 360º de rotação no volante e a pensar cá para mim que ainda me esquecia para que lado é que estavam os pneus virados. Nada.
-Tu queres ver que esta me’da ainda dá um sAAAAAAAAAAAALTO!!! Etalélé! Isto é giro, penso eu cá para os meus botões, com medo de repetir não fosse correr mal da próxima vez.

Já ia todo contente outra vez em cima da berma quando oiço um grito seguido de uma mão cheia de ameaças, muito mas mesmo muito, físicas. A po’’a do GPS tinha dado 3 saltos mortais empranchados á retaguarda e aterrado mesmo numa das rotulas da maria que entretanto estava ainda á procura de um sitio para se segurar, depois de ter, aquando do salto, andando a tirar as medidas ao lugar do pendura.
(Só se for para isso, assim o pendura segura e apanha o equipamento quando se espalha tudo pela cabine.) A coisa foi de tal maneira que fui intimado a parar o carro e fazer o resto do caminho a pé. 10 metros! Vejam lá, tive que andar a pé porque a maria ficou com medo.

Descobrimos a cache e voltamos. Bem feitas as contas, andamos 20 metros mais sem necessidade nenhuma.

Agora é voltar vilanagem. Tudo dentro do carro e “quelá saber, agora vou de prego a fundo e pelos trilhos”. Até que nem foi mal de todo, não houve saltos, nem cachuchos atropelados, nem muita barulheira. Correu bem. Viemos todos, incluindo uma nódoa negra e um ligeiro manquejar, mas penso que um dia destes já poderei ter sexo outra vez. Todo acabou em beleza. Gostei. Já fiz mais, mas esta é só a historia da primeira experiência.

Continuo a não perceber bem a cena de não ir sozinho. Cá para mim deve ser a mesma razão que leva o outro a deixar preservativos nas caches. Ele há cada maluco. Fiquem bem.


O Jeremilas anda a pedilas…

2 Cotas - 2006/10/09

Já não me bastava o “próximo”, vem agora o Ownerhimself avacalhar-me as caches!
Então não é que foram atirar com as minhas caches novas para a folha 2? Folha 2! Phónix!

Bem, adiante. Para os habituês e demais pretendentes, sou a informar que há duas, DUAS, logo duas, caches da célebre safra 2 Cotas. VQPRS, completas e multis. Longe é certo, mas nada que um fim-de-semana dedicado e laborioso não aproveite. E logo num sitiozinho que alem de ter duas caches maravilhosas, não é de mais realçar, é ele também maravilhoso. Quer dizer maravilhosos, porque os sitos são dois. Ou melhor, quatro, porque são duas multis e como multi quer dizer muitas a coisa ficou logo povoada de caixelhas. Bem… a kind off! Sei lá, já nem me lembro bem…

http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid=e029eab6-920e-449d-af5e-1eb9cfe1faa2
http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid=4aaa7aab-955e-40f8-ac9d-320982c8c56b

Há moedas, das manhosas, mas mesmo assim moedas. Prendas, das chinesas mas que não conseguem denegrir a qualidade intrínseca evidente no trabalho efectuado aquando da disposição das caches. E as caixas são caixas normais, não desses leftovers de tecnologia ultrapassada. Taparueres! E como hábitos são hábitos, saquelhos, verdes que era a cor que havia, foram empregues de forma liberal.

Estas caches podem ser feitas a solo, em grupo, aos molhos ou de outras maneiras apropriadas. Os locais são propícios a alguns suicídios assistidos, coisa que o dono da cache, euamaizaminhamaria, volta e meia sentimos necessidade de considerar, mas, vendo bem, nunca fomos capaz de promover. Até um dia…

Como há sempre alguém disposto a fazer de “beta tester”, que em Geocaching se chama FTF, a primeira caça já foi feita. Mas os galifões podem ir sempre arrancar as primeiras folhas do LogBook e desatar aos pulos de contentamento. Principalmente se forem feitos de olhos fechados e em círculos largos.

Go!

PS: A coisa até nem é muito difícil, afinal o “actual” só fez uma pergunta. Ou ando a perder faculdades ou ele a adquiri-las.
PSD: Olá Garri…



Geocaching@PT 2008 · Powered by WordPress
Disclaimer · Contact Form
Stats: 44 queries in 0.401 seconds.