Entries from February 2004

N:CIºFL.NLJ W:JKKºEG.GPO [Sintra]

- 2004/02/28

Meu caro Diamantino…

Que história é essa de contratares um grupo de capangas com mau aspecto para guardarem a tua cache durante a noite, ein???

Aproveitando a nossa contribuição para um raide de escuteiros que passou na zona, eu e o Lobo Astuto tentámos a aproximação à cache, sem sucesso, por quatro vezes (SIM! QUATRO!!!).

Entre as 23:30 e as 2:30 passámos por ela 4 vezes, sempre à procura da oportunidade para a ver e pintar uns graffitis na zona, mas a concorrência já tinha chegado antes e não descolou a noite toda…

Duvido que estivessem à procura da cache, mas escolheram um óptimo local para ficar a namorar e a comparar "chaços" de 2 e 4 rodas. Grrrr…

Mas uma coisa te garanto! De hoje não passa! Se os gajos ainda lá estiverem, expulso-os todos à dentada… (Snoopy, queres vir? ;))


"Switch On, switch off…"

MAntunes - 2004/02/25

Pois é…

Hà uma cache que parece um interruptor… Uma vezes "ligada", outras vezes "desligada"…

É a "Guincho Micro Cache" e, quando lá fui, apanhei-a "desligada".  🙁  ou era eu que estava "desligado"?

Bem, não hà muito para dizer; Quase uma hora a procurá-la (sem dicas porque não tinha a descrição sequer), vi claramente os locais onde os outros andaram a procurar… 🙁 Tudo pisado… Diria mais, esmagado… No fim, fiz o "trash out", arrumei a "viola" (GPSr) e fui para casa chatear-vos com os meus posts e artigos neste site…

Foi na 2ª feira, depois de ter passado pela Peninha, para escolher o local para a IMC Nr. 2 – primária.

Voltarei.

Quando eu e a cache estivermos "ligados"!  😉


Geocaching no Carnaval

ricardobsilva - 2004/02/25

Boas

Aproveitando um fim de semana prolongado de 4 dias, juntamente com a família, rumámos ao Sul para um merecido descanso … psicológico, já que fisicamente estávamos bastante entusiasmados para umas aventuras de Geocaching.

A nossa base foi perto de Albufeira, Algarve, e tendo ficado o Sábado reservado para a viagem e algum descanso, os nossos planos incluíam as caçadas, o cortejo de Carnaval de Loulé e umas banhocas na piscina aquecida do hotel.

No Domingo acordámos com um tempo algo instável. Ora fazia um sol de verão, ora caía uma carga de água daquelas. Para fazer geocaching tinhamos então de acertar nos intervalos.

A nossa primeira cache, e já que nos queríamos dirigir para este em direcção a Loulé, foi a "Taipa". Lá nos metemos por um caminho de cabras e chegámos ao pé do castelo. Estivémos a observá-lo por fora, e a referida técnica de construção, e quando nos decidimos a entrar deparamos com uma grade a fechá-lo e uma placa a referir obras de recuperação … que se iniciaram em meados de 2002 e com 6 meses de duração … pois.

Ora então voltar para o carro e descer um pouco até conseguirmos estacionar no ponto da estrada mais perto da cache. Na minha mente estava a referência do Afonso, dizendo que se tratava de uma cache ao estilo do MAntunes. Afinal não teve nada a ver. O caminho era normal e quando a seta apontou para o local que também eu começava a considerar como provável, vejo logo um saco azul mal escondido. Ora assim não vale. Os geocachers anteriores portaram-se mal.
Eram 11H30. Tirámos a cache de dentro de um saco bem húmido, lamacento e estragado, mas felizmente a cache estava ok. Deixo já agora o alerta para os próximos: esta e outras caches que a seguir descrevo precisam de uns sacos novos. Levem se pensarem por lá passar.
Assinámos o logbbok, tirei uma nota indonésia e deixei um postal com um avião caça. E escondi a cache … desta vez como deve ser.

Continuando a nossa viagem, passámos pela "Hollow Wall". Passámos porque quando lá chegámos chovia a potes e achámos por bem deixar para outra altura. Rumámos então à "Estrela", que era a mais próxima.

Nesta cache andei um pouco a experimentar diversas abordagens de carro e quando decidi fazer o resto a pé já só faltava uns 150m. Eduardo montado no burrito … quer dizer, paizito, e toca a procurar o moinho. Lá está ele. Como a Sílvia estava liberta, foi ela procurar. Como já demorava um pouco decidi ajudar e ao chegar junto dela disse-lhe "Está ali" ao apontar para o local que me parecia ideal se tivesse sido eu a esconder. E estava. Eram agora 13H00. Como era uma micro-cache só assinámos.

Estávamos na hora do almoço. Fomos então até Vilamoura e daí para Loulé assistir ao cortejo de Carnaval. Quando já estávamos a começar a ver a 2ª volta, decidimos ir passear. Lá fomos então à "Fonte da Taipa".

Estrada pitoresca pela Serra do Caldeirão. Encontrámos facilmente o local e depois de algum levantamentos de pesos lá demos com aquilo. Eram 16H45. Esta então estava capaz de levar um banho. Era lama por todo o lado. Por dentro impecável … uff. No entanto muito vazia, pelo que deixámos uma pequena bola e um porta chaves com luz, não retirando nada. Assinámos e fizémos algum trash out.

Como ainda era cedo, vimos as caches mais próximas "16 (Silly name, isn´t it?)" e "Time Capsule". Esta última, por não ter tido tempo de preparar algo para deixar, tinha de ficar para outras férias. Fomos então perceber o porquê do nome da primeira.

Bem, eu gosto de levar o meu carro até perto das caches, mas esta foi demais. Se estivesse ao nível do chão metia-lhe a roda em cima. No entanto demorou um pouco mais a encontrar, mas nada de especial. Eram agora 17H30 e mais uma micro-cache onde só deixámos os nossos nomes. Gostámos particularmente do OVNI aterrado no monte em frente. Ah … é uma igreja. Ok.

Começava a estar na hora de regressar à base. Vamos então passar novamente pela "Hollow Wall" a ver se já parou de chover. E tinha, mas trepar aquilo tudo estava fora de questão. Mas espera lá, o Afonso diz que é dificulade de terreno 1,5. Tem de haver uma maneira melhor.
Lá encontrámos e de facto foi sempre em frente. Ao descobrir a cache e ler os registos anteriores reparámos que houve muitos aventureiros a fazerem da forma dificil. Eram agora 18H15, e com o entusiasmo de termos batido o nosso record pessoal de caches num dia, 5, fez com que a Sílvia ao escrever o log tenha colocado 6. Bem, só nos lembrámos quando estávamos a chegar ao hotel e já lá não voltámos. Sorry. Aqui deixámos um porta chaves da Moto Action e trouxémos um selo do Zimbabwe.

Tinha sido um dia bem preenchido, com 5 caches, todas do Afonso, muito passeio e cortejo de Carnaval. E acreditem que o ritmo foi bem calmo, com diversas paragens para trocar fralda, biberão, por na cadeirinha, tirar da cadeirinha, etc.

Segunda-feira nasceu bem cinzenta. Chuva continua sem tendência para parar. Ora nada melhor para dar continuação aos nossos planos de fim de semana. Piscina aquecida interior. Foi ver o Eduardo todo contente dentro de água.

Chegava 3ª feira e com ela o terminar de um agradável fim de semana. Chegava também um dia com boas abertas. E se ao irmos para casa, ainda formos fazer mais alguma cache? Vamos conhecer o salvador do Afonso, que ainda não recebeu nenhuma visita.

Lá fomos nós até ao ponto onde somos aconselhados a tomar a estrada correcta. No entanto, distraído a olhar para a seta do GPS, que apontava noutra direcção segui pelo lado errado. Ao fim de umas voltas voltei ao ponto inicial e lá apanhei a caminho certo, mas este erro viria a revelar-se útil. Apanhar o caminho correcto foi uma aventura  jeitosa, já que o nosso cache mobil, parecia uma bailarina naquela lama toda, devido à chuvada do dia anterior. O segredo era não deixar o carro parar, não o deixar patinar muito, mantê-lo na estrada e ter fé. E lá chegámos calmamente a 150m da cache onde decidimos mudar de meio de transporte. Passávamos para as botifarras e o Eduardo para o burrito. Ao chegar ao cimo do monte, a imagem de marca do Afonso … um marco geodésico.
Encontrar a data, fazer umas contas e introduzir no GPS. Olha … é mesmo ao pé da track de quando nos enganámos ainda à pouco. Fixe. Assim é voltar ao ponto inicial em vez de seguir ali por aquela outra estrada que parece apontar para lá, correndo o risco de atolar como aconteceu com o Afonso.
Ao chegar ao ponto deparo com uma propriedade privada. Bem, se o Afonso diz que o dono sabe disto, não deve haver problema de entrar. Vou então bater à porta e apresentar-me. Não estava ninguém. Encontrei então a cache, na qual deixei um pin de Macau, e escrevi um bilhete ao saviour do Afonso a dizer que tinha estado lá e que era amigo do caramelo que tinha atascado o carro. Deixei em português e inglês por não saber a nacionalidade do dito, e deixei-lhe também as folhas com a descrição da cache que utilizei.

Ora restava-nos apanhar a estrada principal, a poucos metros dali. Mas bem perto estava a "Did you get your feet wet?" Embora estivesse desactivada fui na mesma fazê-la. Encontrar o primeiro nível e a data foi de facto divertido. Depois de umas contas restava tentar ver se a cache estava ou não no local, até porque era a poucos metros dali. De facto não a encontrei.

E assim nos fazíamos à estrada, depois de um fim de semana bem animado, com bailes de Carnaval no hotel, muito geocaching e banhocas. E com um número de caches encontradas porreiro. Foram 6,5 caches todas do Afonso. A ele o muito obrigado pelos agradáveis locais que escolheu.

Um abraço

Ricardo BORDEIRA Silva


Meia Montanha

mca - 2004/02/22

Mais uma manhã de Sábado bem passada, desta vez na companhia do geocacher Tetra (Rui) e alguns amigos… tudo adeptos da BTT (Bicicleta Todo Terreno) e lá me convenceram a tirar a bicla da arrecadação, onde estava parada há 3 anos…. Rumamos a Azeitão, de onde partimos atravessando a serra por trilhos de terra, com subidas e descidas, enfim, BTT no seu melhor… chegamos à Pedreira e não damos com o caminho proposto (à esquerda da Pedreira em direcção ao monte…).. decidimos atravessar a Pedreira mas somos interceptados pelo ´chefe´ que nos diz que não podemos atravessar a Pedreira… decidimos contorná-la pela direita, que se revelou tarefa difícil já que havia muitos trilhos sem saída… a distância foi muito mais longa mas a vista sobre a Pedreira fabulosa…. o cansaço, esse, foi GRANDE… para quem não andava de BTT há 3 anos…
Quando chegámos a 1.2km da cache decidimos deixar as bicicletas ao lado de uns arbustos… já não era viável levá-las porque a vegetação se tornava densa e o terreno com muita pedra… mesmo às costas era complicado…. lá ficaram para trás, marcámos o ponto no GPS e continuámos mato a dentro até ao local da cache. Que sítio magnífico! Um precipício de um lado, com vista fabulosa sobre o mar. Do outro uma vista sobre a serra e a pedreira…. ficava aqui o dia todo a contemplar o local….
A procura da cache demorou 30 segundos já que éramos 3…. Assinados os logs, trocados os brinquedos, é tempo de voltar às bicicletas que ainda temos uns kms pela frente até Azeitão. As bicicletas ainda lá estavam, embora com ´visitantes´ por perto…
A manhã foi fantástica e o resto do fim-de-semana foi para deixar o corpo recuperar do exercício…. isto de não estar em forma é complicado… Agora acho que vou ter que treinar mais para que não custem tanto as subidas às caches…
Obrigado Tetra (e amigos) pela excelente manhã… Fazer geocaching com outros cachers é muito interessante, acho que devíamos planear caçadas conjuntas mais vezes.

MCA

Link para a página da cache:
Half a Mountain


MUITO IMPORTANTE!!!

- 2004/02/22

ATENÇÃO

O ficheiro no fundo deste artigo deverá ser consultado por todos os geocachers com idade para se meterem à aventura (ou seja, todos mesmo!), sob pena de correrem o risco de perder um acontecimento único na cena "geocachica" nacional!

O ficheiro tem cerca de 1,2Mb mas vale a pena! Bem, pelo menos acho que sim…

A sério, não percam!

Ficheiro

Um abraço,
PH (família Bargão Henriques)


De volta ao activo

ricardobsilva - 2004/02/16

Boas

É verdade. Voltei. A minha última cache encontrada já datava de 14/06/2003!

No passado Sábado, dia dos namorados, saí com a família bem cedo, Sílvia e Eduardo, e rumámos à margem norte, primeiro para tratar das máscaras de Carnaval e depois para comprar uma mochila própria para transportar crianças. Assim o Eduardo já tem um meio de transporte confotável para fazer Geocaching, chamado "Papá".

Depois disto e de almoçarmos, lá partimos em direcção ao Cabo da Roca em procura da "Lonely Lookout" (http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid=9b48f174-3265-4d2b-a400-accf14335071). Quando lá chegámos percebemos que tinhamos de encontrar outro ponto por onde começar a caçada. Então voltámos à Azóia onde iniciámos as incursões, de carro, por todas as estradas que estavam viradas para o lado da seta do GPS. Em casa, à noite, o resultado da track faz lembrar as raízes de uma árvore . Conseguimos chegar a 350m da cache, já com a fortaleza à vista, mas o cache-mobil não ficou nada satisfeito. Ficou a queixar-se que a suspensão e pneus sofreram muito. Mas o Eduardo queria começar o mais perto possível. E deve ter sido pela demora em encontrar tal sítio, que o levou a adormecer, e depois o frio e vento que fazia, levou a que perdesse a equipa e lá fui sozinho até à cache.

Encontrei-a facilmente, tirei umas fotos, disfrutei da paisagem, troquei um mapa turístico de Sintra por um tripé para a câmara fotográfica, li a informação sobre a fortaleza e vi nascer mais um Travel Bug, o Varadero Raider (http://www.geocaching.com/track/details.aspx?ID=13266)

Depois voltar ao carro e já o Eduardo tinha acordado: "Então não me levaste. E a mochila não estreamos?", era o que o ar dele queria dizer. Vamos então à procura de outra cache.

Partimos em direcção ao "Alto da Memória" (http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid=eb0301a3-ffb4-45d7-b75c-38322767abf9). Porque já se fazia tarde lá fomos de carro até 50m da cache. Desta vez o Eduardo estava acordado, mas não justificava a mochila. Fica para a próxima.

Mais uma cache fácil de encontrar. Isto mudou desde a última vez .

Tirámos a fotografia com a câmara descartável, que já agora, convém ser revelada antes que chegue o calor dos dias de Verão, caso contrário poderá perder-se todas as fotos.

Encontrei aqui o Alfacinha´s GeoPoker, ao qual decidi aderir. Vou "tirar" uma carta e escondê-lo amanhã numa cache dentro do distrito de Lisboa.

Troquei um porta-chaves Ferrari por um pin da Força Aérea Portuguesa. Assinámos e voltámos para casa. Contentes por termos voltado ao activo.

Um abraço

Ricardo BORDEIRA Silva


Olha, olha o que eu encontrei…

- 2004/02/15

Pois é Diamantino. Já tens outra vez 100% das tuas caches encontradas. 🙂 Mas não abuses nas caches "maradas"! Primeiro tive que abrir a "Amiosinho". Agora, esta. Tás a esticar o cordel…

Este Domingo saímos em direcção à Serra de Sintra. O meu "motorista" anda à procura de um local para a cache primária da IMC N. 2. Então, finalmente comprou uma carta militar do IGeoE (com a ajuda da família Bargão Henriques) e escolheu dois possíveis sítios: A Cruz Alta e/ou o Monte do Monge. Nenhum deles serve. A Cruz Alta está numa zona com acesso pago. O Monte do Monge é o que tem a cache "O Lugar dos Mortos".

Como ele ficou "pendurado" por hoje, decidi que ia tentar fazer alguma coisa especial. Então, disse-lhe que ia dar uma voltinha enquanto ele ficava a olhar o mapa à procura de um "calhau" de jeito.

Andei, andei, andei e lá dei com esta cache "marada":  N:CIºFL.NLJ W:JKKºEG.GPO [sintra]. Argh!  Que nome irreproduzível! Ao príncípio pensei que tinha chegado cedo demais. Mas, ao fim de algum raciocínio canino, lá resolvi o "enigma" e encontrei a cache! 🙂 Com a emoção do achado e como estava "aflitinho", vinguei-me e "alcei da perna" ali mesmo. Não, não foi na cache… Foi "ali"!  Fiz a troca de um porta-chaves (que surpresa!) por uma moeda (outra surpresa!) e trouxe comigo o TB que lá estava. Como o autor quer que este TB só visite caches "especiais", neste momento não me ocorre nada melhor do que pendurá-lo na gata do "PH" ou na do Diamantino… É pena já não aprovarem caches móveis…

E prontos. A "censura" não me deixa dizer muita coisa, para não vos estragar a caçada a esta cache. Espero que o Diamantino não se canse muito a verificá-la. Sim, que isto não é só fazer caches! Tem que se fazer a manutenção. E, não digam nada ao meu "motorista". 😉 A esta hora ainda ele está a fazer contas, a ver se descobre as coordenadas…  😉

Uma lambidela amiga.


5º GeoMeetup de Lisboa – 12/02/2004

mca - 2004/02/13

Mais um encontro Geocaching em Lisboa, desta feita no McDonalds da Praça de Londres (local habitual destes meetups) e com bastante afluência, pelo que disseram os veteranos nestas andanças… Segundo manda a tradição, e neste caso o hábito constitui tradição, cabe a um dos caloiros escrever a acta…. o Ulisses e o PH escapam desta visto que me voluntariei….

Segundo estatísticas oficiais, estiveram presentes nada mais nada menos do que 13 Geocachers, o que representa uma melhoria face a encontros anteriores. Foram eles: MAntunes, Paulo Gameiro, Nuno Pedrosa, Ulisses (José), Cláudio Cortez, Ricardo Bordeira Silva, Nuno Correia, Paulo Henriques, Sílvia e Eduardo, Beli e Tomás, MCA (Luis).

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Como passar um domingo bem passado….

Lobo Astuto - 2004/02/09

A caçada deste domingo (08/02/2004) começou a ser preparada mo final da semana anterior, quando conseguimos decifrar as coordenadas da cache mistério do Diamantino (http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid=33db7898-44f6-4369-a22d-9944f380486e).
Pirraça aqui, pica ali, e o PH tb conseguiu decifrar as coordenadas (deve ter sido uma costela de escuteiro). E pronto, lá conseguimos arranjar uma desculpa para juntar as "famelgas" e ir à caça!
Para tornar a caçada mais interessante, decidimos fazer um picnic pelo meio, telefona aqui, compra ali, vai buscar isto à mãe, aquilo à sogra e ficou pronto!
Chega Domingo e começa a enorme operação logistica para deslocar 5 pessoas para a caçada. ou seja, vamos por alturas (se eu escrevesse tamanhos podiam extrapolar os limites das imaginações férteis aqui do burgo!), o PH, o je, a Rita, a Beli, a Clara, o João e o Tomás!
E agora devem estar praí a dizer "Co camandro que o gajuh não sabe contar!!! não são 5 mas sim 7!!!!", mas isto tem a sua razão de ser, a Clara tem 3 anos, o João e o Tomás têm 9 meses (o Tomás tem 8, mas está quase a fazê-los), agora perceberam as contas? Não? Ok, 4 adultos (pseudo); 0,5 da Clara e 0,25 pelos pimpolhos mais pikenos.
Voltando à aventura, eram 10:30, como combinado, à porta do PH, algumas combinações de última hora, toma lá um rádio e mudamos o ponto de encontro para outro local (faltava recolher alguns artigos para o picnic ).
Acertamos os pormenores e como calhava em caminho toca de lançar um desafio ao PH, "Olha lá, não queres dar uma saltinho a http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid={CEFE6C9B-F1B3-47A2-A023-25C11069A1DA}, já que fica em caminho?" (devem estar mesmo a julgar que eu disse o endereço duh!), e ele respondeu "Tudo bem!" (mais coisa menos coisa ).
Lá fomos nós nos dois cachemobis (deve ser o plural de mobil, ou não, ou não ) até Queluz olhar prá estátua. Click, click ali, segura aqui, agarra ali, olha práqui, sai daí e estavam as fotos da praxe tiradas, cache found para o PH, aqui o je e a "famelga" já a tinha encontrado antes.
Toca a entrar nos carros e ala que se faz tarde e vamos para a cache mistério do Diamantino.
Chegados ao local, fizemos o "reconhecimento" iunôuarámin, tirámos mais umas fotos, posámos para outras, o PH fez o cache in, mas 2 BIG NOT FOUND, eheheh!
Viemos embora, a pensar que tinhamos encontrado a cache, mas mais tarde tivemos a confirmação de que de facto não era verdade .
As barrigas já davam horas (também tinhamos relógios, mas não foi preciso olhar) e fomos procurar um local para o dito picnic. Encontramos um pinhal ali prós lados da Praia das Maçãs, divinal!
Come isto, come aquilo, troca fralda aqui, põe a fralda ali e estávamos prontos para mais uma caçada!
Destino: Alto da Memória (http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid={EB0301A3-FFB4-45D7-B75C-38322767ABF9}), tudo correu bem, foi fácil chegar ao local, mas estava com algum trânsito, a cache, claro! Estava lá outro grupo de geocachers de volta da cache. Por isso esperamos um pouco, tiramos umas fotos (viva a era digital, senão era uma fortuna em rolos!) e quando o outro grupo passou por nós, trocámos umas palavritas e lá fomos nós, era a nossa vez! Para esta cache o Tomás e a Beli não vieram, ficaram a tomar conta dos carros, bem, o Tomás estava mesmo a dormir e a Beli também quis "bater choco", mas tb não "bateu choco" durante muito tempo, porque encontrámos a cache em menos de 5 minutos e toca de avisar a Beli, pelo rádio, que já a tinhamos encontrado!
Assina aqui, troca ali e lá voltámos nós para a estrada. Para fechar o dia dia decidimos ir até ao Guincho http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid={928A5A4A-965B-472B-8CB5-CBECC85026EB}.
Desta vez, e após atestarmos os mais pikenos, o PH a Beli e o Tomás foram à frente (a Clara estava a dormir), passado algum tempo o PH grita (mais ou menos) pelo rádio "isto tá complicado, não conseguimos encontra-la, venham lá para dar uma ajudinha!". Nisto, a Dona Clara acorda, por isso demorámos um bocadinho até estarmos todos arranjados para abandonar o cachemobil, mas nos entretantos, lá ouvimos uma vozinha pelo rádio a dizer "Já a encontrámos!!!". Pronto, já podemos demorar mais um bocdinho.
Passado um bocadinho lá fomos nós dar espetáculo, com o PH a Beli e o Tomás a assistir. Demorou um bocadito, mas lá encontrámos! Tirámos mais umas fotos, e pronto, demos o dia por encerrado.
E assim se passa um Domingo em grande!!


3 + 1 = Bela maneira de passar um Domingo

- 2004/02/09

Ora bem, por onde é que vamos começar?
A ideia para este passeio surgiu no dia em que a Beli e a Rita (família Lobo Astuto) conseguiram decifrar a cache em código dos 2 Cotas (N:CIºFL.NLJ W:JKKºEG.GPO), com a ajuda das respectivas famílias, claro! Como tivemos sucesso no mesmo dia, por coincidência, combinámos logo uma voltinha para ir até ao local.
Assim, feitos os preparativos e angariados os mantimentos para o pic-nic, lá partimos nós (PH, Beli e Tomás + Nuno, Rita, Clara e João) em direcção a… Bem, ao local da cache…

Como aperitivo, e seguindo o concelho do Lobo, fizemos uma paragem em Queluz para conhecermos a Maria I Portugaliae Regina Pia Felix Augusta [snt]. Eheheheh… Há pormenores que envergonham qualquer artista… Muito engraçado, sim senhor! . Foto: se querem saber qual é o pormenor terão de lá ir

Bom, feito o desvio, lá nos metemos novamente a caminho, sempre a seguir “a setinha”… Chegados à zona acabámos por perceber que tínhamos ficado num acesso um pouco ao lado, pelo que fomos o resto a pé. Filhotes às costas, e lá fomos nós à aproximação final… No local de destino, devido a uns estranhos indícios e a sabe-se lá mais o quê, ficámos um pouco baralhados e acabámos por não encontrar a cache… Na realidade nem a procurámos! Que toscos… 4 geocachers mais 3 potenciais [ou 4 + 0,5 + 2 * 0,25), segundo as contas do lobo] e ninguém conseguiu perceber… Enfim, já temos mais uma razão para lá voltar!

Como se estava a aproximar a hora do almoço e as barrigas dos miúdos já estavam “a dar horas” fomos à procura de um local para “pic-nicar”, lá para as bandas de Colares. Mas não encontrámos… Por isso seguimos em direcção à Praia das Maçãs mas, como estava um nevoeiro “de cortar à faca” desistimos da hipótese de ficar na praia e fomos à procura de um pinhal que a Beli conhecia dos tempos de infância. Ainda bem que o Lobo levou uns walkie-talkies porque, assim, torna-se mais fácil combinar estas coisas em andamento e sem sairmos dos carros. Depois de escolhermos um local foi só montar o “estaminé” e desfrutar do ar do campo e das carradas de comida que as famílias do Nuno e da Rita mandaram… Nham… Temos que combinar mais pic-nics destes!

Dali seguimos em direcção à serra, em busca da cache do Alto da Memória. Como se vem tornando hábito nestes passeios de família, o Tomás decidiu adormecer antes da chegada ao local, por isso a mãe optou por ficar com ele, mais uma vez… O local é muito engraçado e tem uma vista excepcional! Pena ser lembrado por aquela razão…
Quando estávamos a chegar perto da cache ouvimos um grito conhecido: “Encontrei! Podem tirar a fotografia!” Opsss… Parece que temos companhia de outros geocachers… Era a equipa Jamtino a encontrar a sua primeira cache. Parabéns!!! Depois foi a nossa vez. Como o MAntunes não estava por perto decidimos utilizar a técnica “tudo ao molho e fé em Deus”. A estratégia deu os seus resultados e, poucos minutos depois, já tínhamos a cache na mão. Log, prendas para cá, prendas para lá, troca de sacos (os originais estavam rasgados e molhados) e lá fomos nós em busca de mais uma cache.

A quarta cache do dia foi a Guincho Micro Cache… Voltámos ao nevoeiro, bem serrado, diga-se. A primeira coisa que fizemos quando lá chegámos foi tratar novamente de alimentação dos dois mais pequenos. São “piquenos” mas precisam de muito alimento… Depois, uma família de cada vez, fomos em busca da dita “micro”. Não foi das mais fáceis mas conseguimos encontrá-la. E desta vez o Tomás também participou
O local está completamente em ruínas e ao abandono mas é muito giro e tem uma óptima vista para… o nevoeiro…

Com esta última cache acabámos o dia em beleza! Esperamos poder repetir muitas vezes a experiência, em tão boa companhia!

Um abraço,
PH, Beli e Tomás



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